Tupi 2 x 2 Atlético
Análise rápida: o time deu uma melhorada, pelo menos apresentou um futebol mais consistente. A verdade é que dava pra ter liquidado a partida com 30 minutos de jogo. O técnico do Tupi, ao menos, foi corajoso e fez as suas substituições ainda no primeiro tempo, ao perceber que estava sendo facilmente envolvido pelo ataque atleticano. A impressão que ficou foi que faltou vontade de golear o rival, talvez por terem percebido a fraqueza e, consequentemente, uma possível impotência do time de Juiz de Fora. Lembrando o post anterior: temos que ser pragmáticos, não podemos perder ponto pro Tupi nas circunstâncias da partida desta tarde.
Realidades:
1. A defesa é fraca. O Welton Felipe tá mais pra volante do que pra zagueiro e as laterais não existem. O Sheslon é de uma moleza de dar preguiça de assistir e, porra, não conseguiu ganhar nenhuma de qualquer adversário que caísse pela esquerda do Tupi. Se o Leão não conseguir fazer o cara correr, estamos fudidos.
2. Por que o Leão fez as alterações do Lopes e do Éder Luis? Tudo bem que os dois estavam rendendo aquém do esperado, mas já estamos cansado de saber que não dá pra esperar nada do Tchô e do Raphael Aguiar. "De onde menos se espera, daí é que não sai nada mesmo". Nessa toada os dois estarão disputando o campeonato paulista por um time tipo o Paulista no ano que vem.
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31 de jan. de 2009
26 de jan. de 2009
A primeira vez
Ontem, pela primeira vez, consegui levar a minha noiva ao Mineirão. Apesar do ceticismo inicial da parte dela quanto a possibilidade de se divertir no Gigante da Pampulha, acabou topando sob a justificativa de estar realizando um "experimento sociológico". O clima contagiante que fez parte da tarde do domingo em Belo Horizonte, marcando o retorno do Galo aos gramados na Capital das Alterosas, já era um belo espetáculo. Assim como a caminhada até o estádio, parando para encontrar os amigos e a saída do portão de acesso às arquibancas, donde se pode apreciar o mar preto e branco e o gramado.

Infelizmente, o escrete alvinegro não conseguiu realizar uma boa apresentação diante daquele grande público (35 mil pagantes) e o jogo terminou em um 0 x 0 marcado mais pelos erros bisonhos de ambos os lados do que por lances de verdadeira emoção. De qualquer maneira, já foi o suficiente para que ela se sentisse à vontade para voltar outras vezes, oportunidades que, certamente, não faltarão.
Para motivá-la e tranquilizá-la, citei a minha primeira ida ao Mineirão, em janeiro de 1982, já citada aqui outras vezes. Era uma outra estréia e foi um outro zero a zero contra um adversário de menos expressão (o São José de São José dos Campos). Depois desse início até certo ponto desmotivamente, a minha vida tornou-se um mar de glórias e conquistas com o Galo (só faltando uns canecos).

Um outro fato importante foi reencontrar o Painho, em cuja companhia nunca vi o Galo ser derrotado e, por isso, minha grande tranquilidade ao ver aquela bola rolar mansamente em direção à nossa meta após a saída desastrosa do Juninho. Era óbvio que o Leandro Almeida afastaria a pelota e manteria este tabu. Muitas histórias, mas que ficam para outro post.
Sobre o jogo: o Atlético pecou pela ansiedade na criação e finalização das jogadas. A falta de preparo físico aliada à péssima arbitragem também contribuiu para a pobreza do espetáculo. Alguns jogadores ainda tentaram criar alguma coisa, mas nada aconteceu e os erros de passes, viradas de jogo e cruzamentos foram enormes. Coisa de início de temporada, espero. Na verdade, ainda acho que o Leão vai conseguir dar uma cara para esse time.
Finalmente, um fato que ainda me incomoda é a extrema falta de paciência da torcida alvinegra que em determinados momentos parece sofrer de transtorno bipolar: em poucos minutos sai da euforia absoluta para a fúria completa contra o seu próprio escrete. Viemos de uma excursão ao Uruguai onde fomos derrotados pelo nosso maior rival mas conseguimos nos recuperar fazendo uma partida decente contra o Peñarol. Para a torcida a goleada no Centenário teve o efeito de uma vitória avassaladora sobre o Manchester United, pois na entrada do Mineirão só se falava em goleadas por 4 ou mais gols (enquanto que um 1 a 0 já estaria ótimo). No fim das contas o que acontece é que, aparentemente, o time entra em campo nesse clima, com uma ansiedade terrível de liquidar a fatura e corresponder aos anseios da torcida. Creio que precisamos (ambos: torcida e time) de um pouco mais de pragmatismo, os tempos são difíceis, mas temos que ter paciência e pontuar.
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Ontem, pela primeira vez, consegui levar a minha noiva ao Mineirão. Apesar do ceticismo inicial da parte dela quanto a possibilidade de se divertir no Gigante da Pampulha, acabou topando sob a justificativa de estar realizando um "experimento sociológico". O clima contagiante que fez parte da tarde do domingo em Belo Horizonte, marcando o retorno do Galo aos gramados na Capital das Alterosas, já era um belo espetáculo. Assim como a caminhada até o estádio, parando para encontrar os amigos e a saída do portão de acesso às arquibancas, donde se pode apreciar o mar preto e branco e o gramado.

Infelizmente, o escrete alvinegro não conseguiu realizar uma boa apresentação diante daquele grande público (35 mil pagantes) e o jogo terminou em um 0 x 0 marcado mais pelos erros bisonhos de ambos os lados do que por lances de verdadeira emoção. De qualquer maneira, já foi o suficiente para que ela se sentisse à vontade para voltar outras vezes, oportunidades que, certamente, não faltarão.
Para motivá-la e tranquilizá-la, citei a minha primeira ida ao Mineirão, em janeiro de 1982, já citada aqui outras vezes. Era uma outra estréia e foi um outro zero a zero contra um adversário de menos expressão (o São José de São José dos Campos). Depois desse início até certo ponto desmotivamente, a minha vida tornou-se um mar de glórias e conquistas com o Galo (só faltando uns canecos).

Um outro fato importante foi reencontrar o Painho, em cuja companhia nunca vi o Galo ser derrotado e, por isso, minha grande tranquilidade ao ver aquela bola rolar mansamente em direção à nossa meta após a saída desastrosa do Juninho. Era óbvio que o Leandro Almeida afastaria a pelota e manteria este tabu. Muitas histórias, mas que ficam para outro post.
Sobre o jogo: o Atlético pecou pela ansiedade na criação e finalização das jogadas. A falta de preparo físico aliada à péssima arbitragem também contribuiu para a pobreza do espetáculo. Alguns jogadores ainda tentaram criar alguma coisa, mas nada aconteceu e os erros de passes, viradas de jogo e cruzamentos foram enormes. Coisa de início de temporada, espero. Na verdade, ainda acho que o Leão vai conseguir dar uma cara para esse time.
Finalmente, um fato que ainda me incomoda é a extrema falta de paciência da torcida alvinegra que em determinados momentos parece sofrer de transtorno bipolar: em poucos minutos sai da euforia absoluta para a fúria completa contra o seu próprio escrete. Viemos de uma excursão ao Uruguai onde fomos derrotados pelo nosso maior rival mas conseguimos nos recuperar fazendo uma partida decente contra o Peñarol. Para a torcida a goleada no Centenário teve o efeito de uma vitória avassaladora sobre o Manchester United, pois na entrada do Mineirão só se falava em goleadas por 4 ou mais gols (enquanto que um 1 a 0 já estaria ótimo). No fim das contas o que acontece é que, aparentemente, o time entra em campo nesse clima, com uma ansiedade terrível de liquidar a fatura e corresponder aos anseios da torcida. Creio que precisamos (ambos: torcida e time) de um pouco mais de pragmatismo, os tempos são difíceis, mas temos que ter paciência e pontuar.
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18 de jan. de 2009
17 de jan. de 2009
2 x 4
Conforme adiantado, o esquema 3-5-2 revelou-se um fracasso completo e fomos liquidados ainda no primeiro tempo. Independente da falta de forma ou do desentrosamento da equipe, o que deve ser corrigido é o excesso de gols infantis que tomamos.
1. Pra começar, mais um gol contra. Se fizermos a conta em relação à temporada de 2008, é provável que consigamos a espetacular média de um gol contra a cada 6 ou 7 partidas. Não há defesa que resista!
2. O pênalti inacreditável cometido por Welton "Trapalhão" Felipe. Tudo bem que o desengonçado zagueiro tenha falhado ao errar o tempo da bola, mas não precisava ter dado a gravata no Thiago Ribeiro. O César Prates já foi dispensado, não precisamos de outro fazedor de pênaltis!
3. Se o ataque comete a falta, é bom segurar a bola para que o esquema defensivo seja reorganizado. O senhor Marcos, se não me engano, devolveu a pelota para o adversário que, imediatamente, a recolocou em jogo e sobraram 3 cruzeirenses contra 1 atleticano na zaga. O resultado não é preciso dizer.
A boa surpresa: Diego Tardelli, 2 gols no clássico, bom começo. Torçamos para que o entrosamento com o Éder saia logo e que este coloque o pé na forma.
O chato é ter anotado mais um revés no histórico do clássico, mas tenho esperanças de que isto mudará em breve. Daqui a pouco mais de três semanas estaremos novamente em campo contra nosso maior rival e vai ser diferente.
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Conforme adiantado, o esquema 3-5-2 revelou-se um fracasso completo e fomos liquidados ainda no primeiro tempo. Independente da falta de forma ou do desentrosamento da equipe, o que deve ser corrigido é o excesso de gols infantis que tomamos.
1. Pra começar, mais um gol contra. Se fizermos a conta em relação à temporada de 2008, é provável que consigamos a espetacular média de um gol contra a cada 6 ou 7 partidas. Não há defesa que resista!
2. O pênalti inacreditável cometido por Welton "Trapalhão" Felipe. Tudo bem que o desengonçado zagueiro tenha falhado ao errar o tempo da bola, mas não precisava ter dado a gravata no Thiago Ribeiro. O César Prates já foi dispensado, não precisamos de outro fazedor de pênaltis!
3. Se o ataque comete a falta, é bom segurar a bola para que o esquema defensivo seja reorganizado. O senhor Marcos, se não me engano, devolveu a pelota para o adversário que, imediatamente, a recolocou em jogo e sobraram 3 cruzeirenses contra 1 atleticano na zaga. O resultado não é preciso dizer.
A boa surpresa: Diego Tardelli, 2 gols no clássico, bom começo. Torçamos para que o entrosamento com o Éder saia logo e que este coloque o pé na forma.
O chato é ter anotado mais um revés no histórico do clássico, mas tenho esperanças de que isto mudará em breve. Daqui a pouco mais de três semanas estaremos novamente em campo contra nosso maior rival e vai ser diferente.
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Torneio de Verão
E o ano começa com um Clássico em Montevidéu. Com as duas equipes na capital uruguaia acertando os últimos detalhes para a partida, já não cabe discutir se a decisão de participar do torneio no meio da pré-temporada foi um acerto ou um equívoco. Resta a ansiedade de se acompanhar a primeira partida do alvinegro sob o comando do Leão e com parte dos reforços no time titular. A minha maior preocupação é com relação à adoção do 3-5-2 com o Marcos no comando da zaga. Pode ser que a lentidão do referido zagueiro e as loucuras do Welton Felipe sejam corrigidas aos berros pelo felino, mas acho complicado. Por outro lado, o discurso dos torcedores e dirigentes do nosso rival, desdenhando do torneio e da empolgação da massa garante uma vantagem psicológica ao Galo. Resta saber se aproveita-la-emos.
2009 tá começando, é o fim da síndrome da abstinência.
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E o ano começa com um Clássico em Montevidéu. Com as duas equipes na capital uruguaia acertando os últimos detalhes para a partida, já não cabe discutir se a decisão de participar do torneio no meio da pré-temporada foi um acerto ou um equívoco. Resta a ansiedade de se acompanhar a primeira partida do alvinegro sob o comando do Leão e com parte dos reforços no time titular. A minha maior preocupação é com relação à adoção do 3-5-2 com o Marcos no comando da zaga. Pode ser que a lentidão do referido zagueiro e as loucuras do Welton Felipe sejam corrigidas aos berros pelo felino, mas acho complicado. Por outro lado, o discurso dos torcedores e dirigentes do nosso rival, desdenhando do torneio e da empolgação da massa garante uma vantagem psicológica ao Galo. Resta saber se aproveita-la-emos.
2009 tá começando, é o fim da síndrome da abstinência.
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14 de jan. de 2009
Recordar é viver
Em homenagem ao Thiagão, que está rumando para o Uruguai onde acompanhará o Torneio de Verão, dou início à série "Recordar é Viver":
Manchete do Globo Esporte, 08/01/2009:
Tchô espera mais oportunidades para render como nos tempos de juniores
Jogador sonha em poder jogar como titular no Torneio Verão, no Uruguai
Manchete do Globo Esporte, 01/01/2008:
Tchô aguarda uma chance no centenário
Enquanto acerto com argentino Gallardo não sai, jovem meia se prepara para ser titular

Manchete do Globo Esporte, 14/01/2009:
Rafael Miranda e Pedro Paulo desfalcam o Galo em treinamento
Volante, com tendinite no joelho esquerdo, e atacante, com dores no tornozelo direito, não participam da movimentação desta quarta-feira
Manchete do Globo Esporte, 11/01/2008:
Rafael Miranda é a primeira baixa do ano
Volante volta a sentir lesão no joelho direito e corre risco de ficar fora da estréia
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Ambos são duas promessas do Atlético que vêm tentando se firmar na equipe desde o final da campanha de 2005, ganhando maior destaque na trajetória do Galo no seu retorno à primeira divisão em 2006. Por terem se formado dentro do próprio clube é inevitável que tenhamos uma certa boa vontade com ambos. No entanto, paciência tem limite e a da torcida parece ter começado a se esgotar ainda no início da temporada passada.
O Tchô sofreu uma contusão séria durante a pré-temporada em 2008 em um choque estúpido com o Édson. São coisas do futebol, o rapaz deu azar. O principal problema dele, a meu ver, é a apatia que ele emana dentro de campo, a falta de fibra. Talento ele demonstra ter, mas sem garra fica complicado. Começo a me lembrar de jovens promessas como Cairo, Clayton e daqueles que são eternos craques no campeonato mineiro, como o Agamenon. Se o Leão não der jeito, vai ser esse o caminho.
O Rafael teve grande destaque em 2006, principalmente depois de se firmar sob o comando de Levir. O problema dele é a debilidade física: passa mais tempo no departamento médico do que em campo. Tudo bem que o Marques também o passe, mas um tem 36 anos e o outro 20 e poucos. Se não deslanchar esse ano, vai ter uma carreira curta. Azar ou falta de cuidado? É difícil saber...
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Em homenagem ao Thiagão, que está rumando para o Uruguai onde acompanhará o Torneio de Verão, dou início à série "Recordar é Viver":
Manchete do Globo Esporte, 08/01/2009:
Tchô espera mais oportunidades para render como nos tempos de juniores
Jogador sonha em poder jogar como titular no Torneio Verão, no Uruguai
Manchete do Globo Esporte, 01/01/2008:
Tchô aguarda uma chance no centenário
Enquanto acerto com argentino Gallardo não sai, jovem meia se prepara para ser titular

Manchete do Globo Esporte, 14/01/2009:
Rafael Miranda e Pedro Paulo desfalcam o Galo em treinamento
Volante, com tendinite no joelho esquerdo, e atacante, com dores no tornozelo direito, não participam da movimentação desta quarta-feira
Manchete do Globo Esporte, 11/01/2008:
Rafael Miranda é a primeira baixa do ano
Volante volta a sentir lesão no joelho direito e corre risco de ficar fora da estréia
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Ambos são duas promessas do Atlético que vêm tentando se firmar na equipe desde o final da campanha de 2005, ganhando maior destaque na trajetória do Galo no seu retorno à primeira divisão em 2006. Por terem se formado dentro do próprio clube é inevitável que tenhamos uma certa boa vontade com ambos. No entanto, paciência tem limite e a da torcida parece ter começado a se esgotar ainda no início da temporada passada.
O Tchô sofreu uma contusão séria durante a pré-temporada em 2008 em um choque estúpido com o Édson. São coisas do futebol, o rapaz deu azar. O principal problema dele, a meu ver, é a apatia que ele emana dentro de campo, a falta de fibra. Talento ele demonstra ter, mas sem garra fica complicado. Começo a me lembrar de jovens promessas como Cairo, Clayton e daqueles que são eternos craques no campeonato mineiro, como o Agamenon. Se o Leão não der jeito, vai ser esse o caminho.
O Rafael teve grande destaque em 2006, principalmente depois de se firmar sob o comando de Levir. O problema dele é a debilidade física: passa mais tempo no departamento médico do que em campo. Tudo bem que o Marques também o passe, mas um tem 36 anos e o outro 20 e poucos. Se não deslanchar esse ano, vai ter uma carreira curta. Azar ou falta de cuidado? É difícil saber...
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9 de jan. de 2009
2009 - O ano 101
Pois bem, 2009 começa com novidades no Atlético. Se não são grandes contratações, ao menos são, aparentemente, tentativas de solucionar problemas em posições carentes de talento no elenco alvinegro. Qualquer garoto de 8 anos que jogue o Pro Evolution Soccer no modo Master League sabe que é assim que se melhora o time quando não se tem recursos para contratar 22 jogadores. Se vai dar certo é uma incógnita, mas até agora não foram anunciados artilheiros da série C ou da segunda divisão de Santa Catarina, o que é um grande progresso.
* Júnior Carioca - Surgiu como promessa no Flamengo mas não se firmou. Estava no Grêmio mas não conseguiu atuar devido a lesões. É uma aposta interessante, ainda é jovem e passou pelo teste físico. Seria o Robert da campanha de 99?
* Júnior - Lateral de origem, não deve, realmente, ter fôlego para atuar na posição na próxima temporada. Aparentemente, seria o homem de confiança do Leão e, se se firmar na meia-esquerda, pode ser uma boa referência. É um vencedor e esse é um fator importante para o nosso elenco.
* Renan - Volante. Confesso que não conheço muito bem o futebol do rapaz, mas disputou o brasileirão passado pelo Vitória, que fez uma campanha interessante. Pode ser uma sombra para o Rafael Miranda, que não sai do departamento médico.
* Lopes - Outra incógnita. Saiu marcado do Brasil pelas confusões. Teve uma boa temporada no Palmeiras, mas depois andou desaparecido. Sob o comando do felino pode render.
* Carlos Alberto - Um bom volante, se repetir o futebol apresentado no Figueirense, quando despontou, ajudará bastante no meio-campo.
* Diego Tardelli - Jogador com histórico complicado, mas que eu sempre quis ver no Atlético. É um vencedor e se cair nas graças da torcida pode nos dar muitas alegrias. Bom investimento do trio KLB (Kalil, Leão, Bebeto) e grandes esperanças para a massa. O alerta? Ele não é o matador que necessitamos. Caberá a tarefa ao Castillo??

Creio que depois de praticamente cinco temporadas contratando jogadores da prateleira inferior do futebol brasileiro no atacado, a diretoria resolveu cuidar melhor do elenco. A safra da prata da casa tem sido de razoável para boa, se conseguirmos mesclar a experiência e o talento das contratações com o sangue novo vindo da base poderemos ter um belo time. Se vai disputar títulos, não sei, mas pode ser competitivo.
Há praticamente uma década o Galo e, principalmente, a sua torcida vêm sofrendo com as administrações equivocadas (para dizer o mínimo) e a consequente perda de prestígio do clube, o que resultou na perda de espaço na imprensa, no aumento da confiança dos nossos adversários quando nos enfrentam até mesmo dentro do Mineirão e na falta de apelo para que os jogadores de primeira linha venham atuar com a camisa alvinegra. Desta vez parece que a política tem um foco mais realista, não está tentando formar o "SuperGalo" e nem se focando em DVDs de empresários e jogadores das séries B e C para montar um time.
Vai, Galo!
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Pois bem, 2009 começa com novidades no Atlético. Se não são grandes contratações, ao menos são, aparentemente, tentativas de solucionar problemas em posições carentes de talento no elenco alvinegro. Qualquer garoto de 8 anos que jogue o Pro Evolution Soccer no modo Master League sabe que é assim que se melhora o time quando não se tem recursos para contratar 22 jogadores. Se vai dar certo é uma incógnita, mas até agora não foram anunciados artilheiros da série C ou da segunda divisão de Santa Catarina, o que é um grande progresso.
* Júnior Carioca - Surgiu como promessa no Flamengo mas não se firmou. Estava no Grêmio mas não conseguiu atuar devido a lesões. É uma aposta interessante, ainda é jovem e passou pelo teste físico. Seria o Robert da campanha de 99?
* Júnior - Lateral de origem, não deve, realmente, ter fôlego para atuar na posição na próxima temporada. Aparentemente, seria o homem de confiança do Leão e, se se firmar na meia-esquerda, pode ser uma boa referência. É um vencedor e esse é um fator importante para o nosso elenco.
* Renan - Volante. Confesso que não conheço muito bem o futebol do rapaz, mas disputou o brasileirão passado pelo Vitória, que fez uma campanha interessante. Pode ser uma sombra para o Rafael Miranda, que não sai do departamento médico.
* Lopes - Outra incógnita. Saiu marcado do Brasil pelas confusões. Teve uma boa temporada no Palmeiras, mas depois andou desaparecido. Sob o comando do felino pode render.
* Carlos Alberto - Um bom volante, se repetir o futebol apresentado no Figueirense, quando despontou, ajudará bastante no meio-campo.
* Diego Tardelli - Jogador com histórico complicado, mas que eu sempre quis ver no Atlético. É um vencedor e se cair nas graças da torcida pode nos dar muitas alegrias. Bom investimento do trio KLB (Kalil, Leão, Bebeto) e grandes esperanças para a massa. O alerta? Ele não é o matador que necessitamos. Caberá a tarefa ao Castillo??

Creio que depois de praticamente cinco temporadas contratando jogadores da prateleira inferior do futebol brasileiro no atacado, a diretoria resolveu cuidar melhor do elenco. A safra da prata da casa tem sido de razoável para boa, se conseguirmos mesclar a experiência e o talento das contratações com o sangue novo vindo da base poderemos ter um belo time. Se vai disputar títulos, não sei, mas pode ser competitivo.
Há praticamente uma década o Galo e, principalmente, a sua torcida vêm sofrendo com as administrações equivocadas (para dizer o mínimo) e a consequente perda de prestígio do clube, o que resultou na perda de espaço na imprensa, no aumento da confiança dos nossos adversários quando nos enfrentam até mesmo dentro do Mineirão e na falta de apelo para que os jogadores de primeira linha venham atuar com a camisa alvinegra. Desta vez parece que a política tem um foco mais realista, não está tentando formar o "SuperGalo" e nem se focando em DVDs de empresários e jogadores das séries B e C para montar um time.
Vai, Galo!
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21 de dez. de 2008
Leão
Se a contratação de Emerson Leão não pode ser considerada uma notícia de grande impacto para o fim do ano, já é infinitamente melhor do que a notícia do acerto com o Geninho no fim de 2007, substituindo o próprio felino no comando alvinegro. Figura controversa, Emerson Leão chega para dirigir o Atlético pela terceira vez, a primeira em que terá a oportunidade de fazer a pré-temporada e ajudar na montagem do elenco para 2009. A julgar pelas entrevistas iniciais e a faxina que começou a fazer no grupo, o homem tem boas intenções. Resta saber se a diretoria atleticana terá, dado o curto espaço de tempo, competência e, claro, dinheiro, para trazer os reforços necessários para suprir as deficiências do time.
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Se a contratação de Emerson Leão não pode ser considerada uma notícia de grande impacto para o fim do ano, já é infinitamente melhor do que a notícia do acerto com o Geninho no fim de 2007, substituindo o próprio felino no comando alvinegro. Figura controversa, Emerson Leão chega para dirigir o Atlético pela terceira vez, a primeira em que terá a oportunidade de fazer a pré-temporada e ajudar na montagem do elenco para 2009. A julgar pelas entrevistas iniciais e a faxina que começou a fazer no grupo, o homem tem boas intenções. Resta saber se a diretoria atleticana terá, dado o curto espaço de tempo, competência e, claro, dinheiro, para trazer os reforços necessários para suprir as deficiências do time.
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12 de dez. de 2008
2008
Pois bem, o PPV não falhou no domingo e pudemos assistir ao fim da temporada 2008 tranquilamente, alternando os momentos de emoção entre a telinha e o Pro Evolution Soccer 2009. A verdade é que após o gol de Borges em Brasília a temporada já estava decidida, de modo que foi mais interessante acompanhar a briga contra o rebaixamento do que a partida em Porto Alegre.
Após uma sequência de partidas que a princípio apontava para um fim de temporada mais ameno, a equipe voltou ao seu normal e tivemos que engolir as três últimas rodadas sem anotar um tento sequer. A barca deve sair cheia direto da sede de Lourdes. Começou com o Marcelo Oliveira.
Como disse há alguns posts atrás, a permanência ou não do treinador, na minha modesta opinião, dependia mais do projeto que a direção do clube gostaria de levar adiante no ano de 2009. Se é para manter a política de contratar renegados e mesclá-los com atletas oriundos da base, melhor deixar o cara lá. Caso a ambição seja maior, a mudança é necessária. Agora que a demissão já foi oficializada, vamos torcer para que haja seriedade na escolha do novo treinador e na montagem do elenco para o ano 101.
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Pois bem, o PPV não falhou no domingo e pudemos assistir ao fim da temporada 2008 tranquilamente, alternando os momentos de emoção entre a telinha e o Pro Evolution Soccer 2009. A verdade é que após o gol de Borges em Brasília a temporada já estava decidida, de modo que foi mais interessante acompanhar a briga contra o rebaixamento do que a partida em Porto Alegre.
Após uma sequência de partidas que a princípio apontava para um fim de temporada mais ameno, a equipe voltou ao seu normal e tivemos que engolir as três últimas rodadas sem anotar um tento sequer. A barca deve sair cheia direto da sede de Lourdes. Começou com o Marcelo Oliveira.
Como disse há alguns posts atrás, a permanência ou não do treinador, na minha modesta opinião, dependia mais do projeto que a direção do clube gostaria de levar adiante no ano de 2009. Se é para manter a política de contratar renegados e mesclá-los com atletas oriundos da base, melhor deixar o cara lá. Caso a ambição seja maior, a mudança é necessária. Agora que a demissão já foi oficializada, vamos torcer para que haja seriedade na escolha do novo treinador e na montagem do elenco para o ano 101.
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30 de nov. de 2008
Apatia
E não é que o canal 121 da NET estava transmitindo a partida? Como sou assinante da TVA, tive que contar com a compreensão e a generosidade de um amigo detentor da assinatura da NET e que me possibilitou assistir a flashes do segundo tempo.
Mesmo tendo visto pouco, uma análise: a evidente apatia do Atlético demonstra para mim que, nos bastidores, as mudanças para 2009 já devem ter vazado, de modo que todo mundo já está torcendo para 2008 acabar. Domingo que vem enfrentaremos o Grêmio no Olímpico, partida que pode decidir o campeonato e que, espero, conte com uma atuação digna do Galo.
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E não é que o canal 121 da NET estava transmitindo a partida? Como sou assinante da TVA, tive que contar com a compreensão e a generosidade de um amigo detentor da assinatura da NET e que me possibilitou assistir a flashes do segundo tempo.
Mesmo tendo visto pouco, uma análise: a evidente apatia do Atlético demonstra para mim que, nos bastidores, as mudanças para 2009 já devem ter vazado, de modo que todo mundo já está torcendo para 2008 acabar. Domingo que vem enfrentaremos o Grêmio no Olímpico, partida que pode decidir o campeonato e que, espero, conte com uma atuação digna do Galo.
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23 de nov. de 2008
Burocracia
O que me intriga é a postura covarde adotada este fim de tarde na Ilha: se o clube não almeja mais nada, porque jogar pra empatar? Havia algum acordo com o dono da casa para que evitássemos ao máximo praticar o futebol? O que havia era uma razão para correr afinal de contas o clube nunca venceu o Sport em Recife.
É certo que o "se" não joga, mas houvesse jogado para vencer, objetivamente, ao invés de praticar esse maldito futebol burocrático, é provável que não tivéssemos levado 3 gols (ou, pelo menos, teríamos anotado algum(ns)).
Observações finais: Édson continua falhando bisonhamente quando sai na bola. Além disso, o Élton não acertou um passe sequer e não desarmou ninguém, Raphael Aguiar não é lateral e o Beto não é centroavante.
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O que me intriga é a postura covarde adotada este fim de tarde na Ilha: se o clube não almeja mais nada, porque jogar pra empatar? Havia algum acordo com o dono da casa para que evitássemos ao máximo praticar o futebol? O que havia era uma razão para correr afinal de contas o clube nunca venceu o Sport em Recife.
É certo que o "se" não joga, mas houvesse jogado para vencer, objetivamente, ao invés de praticar esse maldito futebol burocrático, é provável que não tivéssemos levado 3 gols (ou, pelo menos, teríamos anotado algum(ns)).
Observações finais: Édson continua falhando bisonhamente quando sai na bola. Além disso, o Élton não acertou um passe sequer e não desarmou ninguém, Raphael Aguiar não é lateral e o Beto não é centroavante.
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18 de nov. de 2008
Goleiro
Se não me engano, este tópico já foi abordado anteriormente nesta página. Depois de uma grande safra de goleiros vindos da base (Diego e Bruno), a torcida tinha muitas esperanças no Édson, como não poderia deixar de ser diferente. Admito que tenho bastante boa vontade com relação ao referido arqueiro, principalmente por ser oriundo da base e suposto herdeiro da mesma escola que formou os citados atletas.
No início, acreditei que as falhas do Édson fossem ocasionadas pela pressão de estar defendendo um grande clube, com uma torcida exigente e num momento complicado. O próprio Diego é um exemplo do que o desequilíbrio emocional pode ocasionar: durante a desastrosa campanha de 2005 ele teve que atuar para substituir o suspenso Bruno na partida contra o Fortaleza no Mineirão. Após abrir 2 x 0 o Galo sofreu a virada nos minutos finais com duas falhas do jovem goleiro. O resultado foi que o Diego só veio a se firmar após a saída do Bruno e, ganhando ritmo de jogo, pode mostrar o excelente goleiro que era. O rapaz deu um azar naquela partida e provou o seu valor quando voltou a ter uma oportunidade.
As falhas do Édson, infelizmente, não podem ser justificadas pelo azar. É fato que o cara tem uns lampejos e acaba fazendo defesas incríveis, mas toda vez que ele se adianta para sair em uma bola meu coração dispara. Contra o Vasco, além do gol sofrido, ele ainda falhou em umas duas ou três saídas do gol. O problema, obviamente, é crônico. Resumindo: no domingo, na Ilha, não teremos alternativa a não ser torcer contra o ataque do Sport. Falhas haverão.
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Se não me engano, este tópico já foi abordado anteriormente nesta página. Depois de uma grande safra de goleiros vindos da base (Diego e Bruno), a torcida tinha muitas esperanças no Édson, como não poderia deixar de ser diferente. Admito que tenho bastante boa vontade com relação ao referido arqueiro, principalmente por ser oriundo da base e suposto herdeiro da mesma escola que formou os citados atletas.
No início, acreditei que as falhas do Édson fossem ocasionadas pela pressão de estar defendendo um grande clube, com uma torcida exigente e num momento complicado. O próprio Diego é um exemplo do que o desequilíbrio emocional pode ocasionar: durante a desastrosa campanha de 2005 ele teve que atuar para substituir o suspenso Bruno na partida contra o Fortaleza no Mineirão. Após abrir 2 x 0 o Galo sofreu a virada nos minutos finais com duas falhas do jovem goleiro. O resultado foi que o Diego só veio a se firmar após a saída do Bruno e, ganhando ritmo de jogo, pode mostrar o excelente goleiro que era. O rapaz deu um azar naquela partida e provou o seu valor quando voltou a ter uma oportunidade.
As falhas do Édson, infelizmente, não podem ser justificadas pelo azar. É fato que o cara tem uns lampejos e acaba fazendo defesas incríveis, mas toda vez que ele se adianta para sair em uma bola meu coração dispara. Contra o Vasco, além do gol sofrido, ele ainda falhou em umas duas ou três saídas do gol. O problema, obviamente, é crônico. Resumindo: no domingo, na Ilha, não teremos alternativa a não ser torcer contra o ataque do Sport. Falhas haverão.
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16 de nov. de 2008
4 x 1
O fato de a CBF haver antecipado a data da partida contra o Vasco do fim de semana para a quarta-feira me deixou um pouco ressabiado. Considerando a situação desesperadora da equipe carioca faltando quatro rodadas para o fim do campeonato e todas as histórias envolvendo arbitragens e o Atlético Mineiro ao longo destes 37 anos de Brasileirão, não dava para ficar tranquilo com esta mudança em cima da hora.
No entanto, contrariando as minhas suspeitas, o que se viu ao longo dos 90 minutos foi uma equipe aguerrida em busca da vitória frente a um Vasco meio perdido em campo. Como já venho repetindo, o Marcelo pode não ser o melhor dos treinadores, mas o time está organizado e tem corrido. Os dois primeiros gols foram na base da tabela. O que representa um fundamento do futebol, transforma-se em puro virtuosismo e sofisticação se compararmos ao jogo praticado nos tempos do Geninho e companhia. Ponto para o senhor Oliveira e os seus comandados oriundos da base atleticana.
O placar elástico representou bem o que foi a partida, uma pena não termos conseguido devolver aquela goleada vergonhosa no Rio de Janeiro, mas já ficou de bom tamanho. Mais uma vez fui dormir contente, raridade nesse ano de 2008.
Para finalizar, destaco as estatísticas desde que voltei de férias: 3 jogos, 3 vitórias (Botafogo, Vitória, Vasco). Pé frio é o caralho!
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O fato de a CBF haver antecipado a data da partida contra o Vasco do fim de semana para a quarta-feira me deixou um pouco ressabiado. Considerando a situação desesperadora da equipe carioca faltando quatro rodadas para o fim do campeonato e todas as histórias envolvendo arbitragens e o Atlético Mineiro ao longo destes 37 anos de Brasileirão, não dava para ficar tranquilo com esta mudança em cima da hora.
No entanto, contrariando as minhas suspeitas, o que se viu ao longo dos 90 minutos foi uma equipe aguerrida em busca da vitória frente a um Vasco meio perdido em campo. Como já venho repetindo, o Marcelo pode não ser o melhor dos treinadores, mas o time está organizado e tem corrido. Os dois primeiros gols foram na base da tabela. O que representa um fundamento do futebol, transforma-se em puro virtuosismo e sofisticação se compararmos ao jogo praticado nos tempos do Geninho e companhia. Ponto para o senhor Oliveira e os seus comandados oriundos da base atleticana.
O placar elástico representou bem o que foi a partida, uma pena não termos conseguido devolver aquela goleada vergonhosa no Rio de Janeiro, mas já ficou de bom tamanho. Mais uma vez fui dormir contente, raridade nesse ano de 2008.
Para finalizar, destaco as estatísticas desde que voltei de férias: 3 jogos, 3 vitórias (Botafogo, Vitória, Vasco). Pé frio é o caralho!
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11 de nov. de 2008
A camisa
O fim de semana foi de festival e show em São Paulo. Acabei aproveitando para visitar o Museu do Futebol no Pacaembu. Se o museu é caprichado no design e na parte multimídia (gols, narrações, lances, fichas técnicas), carece um pouco de conteúdo, na minha opinião. Esperava encontrar mais chuteiras, camisas, troféus, etc. E isso, tirando a exposição sobre o Pelé que conta com a camisa usada pelo rei do futebol na final de 58, a bola do milésimo gol e réplicas de troféus, o museu não tem. Sem dúvida, é um excelente programa familiar e para aqueles que não acompanham o dia-a-dia do esporte bretão e desejam conhecer um pouco mais. Mas, se o sujeito é o tipo que conhece a história das copas, dos campeonatos jogados no Brasil e na europa, não vai ter muita novidade.

Ainda no sábado o Galo conquistou um grande resultado contra o Vitória no Barradão. Não pude assistir toda a partida, mas destaque para o golaço (nem tanto pela finalização do Pedro Paulo, mas sim pela jogada que resultou no tento) que assegurou a nossa vitória e a permanência na primeira divisão.
Conforme dito no post anterior, o Marcelo pode não ser o melhor treinador do país, mas sob o seu comando a equipe tem conseguido resultados que julgo expressivos quando comparados aos que foram atingidos até a sua chegada. Não sei quais são os planos da nova gestão para a temporada 2009, mas apostaria na permanência do Marcelo e na valorização dos jogadores da base. Não sei se ele seria o treinador indicado caso a diretoria resolva contratar para valer. Como esse, seguramente, não será a realidade do ano 101, confio no nosso atual treinador.
Finalmente, é surpreendente desfilar com a camisa alvinegra fora de Belo Horizonte (inclusive no exterior). Sempre se escuta um grito de GALO, se ganha um aperto da mão ou um tapa nas costas. Ontem, durante o show do REM, aconteceu várias vezes, surpreendendo os amigos de vários estados que se encontravam por lá. É uma religião, definitivamente.
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O fim de semana foi de festival e show em São Paulo. Acabei aproveitando para visitar o Museu do Futebol no Pacaembu. Se o museu é caprichado no design e na parte multimídia (gols, narrações, lances, fichas técnicas), carece um pouco de conteúdo, na minha opinião. Esperava encontrar mais chuteiras, camisas, troféus, etc. E isso, tirando a exposição sobre o Pelé que conta com a camisa usada pelo rei do futebol na final de 58, a bola do milésimo gol e réplicas de troféus, o museu não tem. Sem dúvida, é um excelente programa familiar e para aqueles que não acompanham o dia-a-dia do esporte bretão e desejam conhecer um pouco mais. Mas, se o sujeito é o tipo que conhece a história das copas, dos campeonatos jogados no Brasil e na europa, não vai ter muita novidade.

Ainda no sábado o Galo conquistou um grande resultado contra o Vitória no Barradão. Não pude assistir toda a partida, mas destaque para o golaço (nem tanto pela finalização do Pedro Paulo, mas sim pela jogada que resultou no tento) que assegurou a nossa vitória e a permanência na primeira divisão.
Conforme dito no post anterior, o Marcelo pode não ser o melhor treinador do país, mas sob o seu comando a equipe tem conseguido resultados que julgo expressivos quando comparados aos que foram atingidos até a sua chegada. Não sei quais são os planos da nova gestão para a temporada 2009, mas apostaria na permanência do Marcelo e na valorização dos jogadores da base. Não sei se ele seria o treinador indicado caso a diretoria resolva contratar para valer. Como esse, seguramente, não será a realidade do ano 101, confio no nosso atual treinador.
Finalmente, é surpreendente desfilar com a camisa alvinegra fora de Belo Horizonte (inclusive no exterior). Sempre se escuta um grito de GALO, se ganha um aperto da mão ou um tapa nas costas. Ontem, durante o show do REM, aconteceu várias vezes, surpreendendo os amigos de vários estados que se encontravam por lá. É uma religião, definitivamente.
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7 de nov. de 2008
Férias
Performance durante as minhas férias (ou as partidas que perdi):
Flamengo 0 x 3 Atlético
Atlético 0 x 2 Cruzeiro
Atlético 2 x 2 Inter
Coritiba 2 x 1 Atlético
No início cheguei a temer pela possibilidade de haver uma relação entre a minha presença no campo ou mesmo em frente à telinha e a performance do Galo. No entanto, o restante da campanha ao longo da minha ausência derrubou esta hipótese.
Falando sério, a temporada 2008 está chegando ao fim e, aparentemente, conseguiremos nos manter na primeira divisão. Se o desempenho do time sob o comando do Marcelo Oliveira não é dos melhores, é preciso destacar que a equipe tem conseguido bons resultados contra os grandes clubes, quebrando alguns tabus importantes. As expectativas são razoáveis para as cinco rodadas finais, pontuar é o mais importante.
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Performance durante as minhas férias (ou as partidas que perdi):
Flamengo 0 x 3 Atlético
Atlético 0 x 2 Cruzeiro
Atlético 2 x 2 Inter
Coritiba 2 x 1 Atlético
No início cheguei a temer pela possibilidade de haver uma relação entre a minha presença no campo ou mesmo em frente à telinha e a performance do Galo. No entanto, o restante da campanha ao longo da minha ausência derrubou esta hipótese.
Falando sério, a temporada 2008 está chegando ao fim e, aparentemente, conseguiremos nos manter na primeira divisão. Se o desempenho do time sob o comando do Marcelo Oliveira não é dos melhores, é preciso destacar que a equipe tem conseguido bons resultados contra os grandes clubes, quebrando alguns tabus importantes. As expectativas são razoáveis para as cinco rodadas finais, pontuar é o mais importante.
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7 de out. de 2008
Erros
Apesar da derrota no último sábado, o Atlético não fez uma má apresentação, ouso até dizer que estava melhor do que o Palmeiras até a expulsão infantil do Marques. Com um jogador a menos, acabamos sendo envolvidos pelo melhor time do Palmeiras e levando a virada. Ainda assim, dois dos três gols surgiram em falhas de marcação: o de empate, quando Márcio Araújo deixou a avenida para Leandro finalizar e o da virada, quando a marcação do Denílson coube a Raphael Aguiar, que correu atrás do ciscador uns cinquenta metros sem tentar sequer derrubá-lo. 3 pontos a menos, mas que já estavam contabilizados negativamente nos nossos prognósticos.
Sábado, no Rio de Janeiro, enfrentaremos, mais uma vez, o nosso segundo maior rival. Acredito que, dadas as atuais circunstâncias, um resultado positivo seria um feito histórico do Galo e, mais uma vez, rogo ao pai celestial que ilumine o escrete alvinegro e que consigamos impor uma derrota aos rubro-negros dentro do Maracanã. Com todo o sofrimento que foi imposto ao torcedor neste ano, uma vitória no Rio e outra no clássico na rodada seguinte já seria um alívio estrondoso no tão combalido orgulho atleticano.
Infelizmente, não estarei aqui para ver/acompanhar as próximas quatro rodadas, de modo que não viverei toda esta euforia em tempo real e aguardarei ansiosamente pelos SMS dos companheiros que estarão ligados nestas pelejas.
Com relação ao episódio da dispensa do trio maldito, fica a dúvida: foi uma atitude demagógica, de eleger um bode espiatório e jogar para a torcida ou uma mudança de ares e um sinal de que o Atlético está voltando a ter comando e a exigir o devido respeito? Tenho as minhas dúvidas. De qualquer maneira, serviu para chacoalhar o ambiente e dar um choque na rapaziada. Quanto aos jogadores, não terão a ausência tão sentida assim, vide o desempenho pífio, descompromissado e sonolento de suas últimas partidas. O que ainda me choca é a burrice e o descomprometimento de jogadores profissionais mas, cada um sabe de sua vida. Que sejam felizes em outro lugar.
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Apesar da derrota no último sábado, o Atlético não fez uma má apresentação, ouso até dizer que estava melhor do que o Palmeiras até a expulsão infantil do Marques. Com um jogador a menos, acabamos sendo envolvidos pelo melhor time do Palmeiras e levando a virada. Ainda assim, dois dos três gols surgiram em falhas de marcação: o de empate, quando Márcio Araújo deixou a avenida para Leandro finalizar e o da virada, quando a marcação do Denílson coube a Raphael Aguiar, que correu atrás do ciscador uns cinquenta metros sem tentar sequer derrubá-lo. 3 pontos a menos, mas que já estavam contabilizados negativamente nos nossos prognósticos.
Sábado, no Rio de Janeiro, enfrentaremos, mais uma vez, o nosso segundo maior rival. Acredito que, dadas as atuais circunstâncias, um resultado positivo seria um feito histórico do Galo e, mais uma vez, rogo ao pai celestial que ilumine o escrete alvinegro e que consigamos impor uma derrota aos rubro-negros dentro do Maracanã. Com todo o sofrimento que foi imposto ao torcedor neste ano, uma vitória no Rio e outra no clássico na rodada seguinte já seria um alívio estrondoso no tão combalido orgulho atleticano.
Infelizmente, não estarei aqui para ver/acompanhar as próximas quatro rodadas, de modo que não viverei toda esta euforia em tempo real e aguardarei ansiosamente pelos SMS dos companheiros que estarão ligados nestas pelejas.
Com relação ao episódio da dispensa do trio maldito, fica a dúvida: foi uma atitude demagógica, de eleger um bode espiatório e jogar para a torcida ou uma mudança de ares e um sinal de que o Atlético está voltando a ter comando e a exigir o devido respeito? Tenho as minhas dúvidas. De qualquer maneira, serviu para chacoalhar o ambiente e dar um choque na rapaziada. Quanto aos jogadores, não terão a ausência tão sentida assim, vide o desempenho pífio, descompromissado e sonolento de suas últimas partidas. O que ainda me choca é a burrice e o descomprometimento de jogadores profissionais mas, cada um sabe de sua vida. Que sejam felizes em outro lugar.
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4 de out. de 2008
CTI
Ao ler as notícias desta manhã só fico mais convicto de que o Atlético Mineiro está no CTI. Além de todos os problemas de conhecimento público, o presidente do conselho abandona o barco e três jogadores são cortados do elenco por indisciplina (Mariano, Calisto e Lenílson). O time não tem dono, não tem uma referência no comando, não tem ninguém para tomar uma decisão e assumi-la. Já não o tem há algum tempo, é verdade, mas isso só ficou claro de uns meses para cá.
O mais interessante com relação a um clube de futebol é que as pessoas responsáveis pela sua gestão fazem e desfazem uma série de coisas e quando, porventura, tudo dá errado, elas vão embora e o pepino fica com os seus sucessores. Ninguém é responsável por nada. Nada! Assim é muito fácil ser presidente, vice-presidente, diretor, qualquer coisa. Nâo é preciso responder pelos seus atos. Tenho minhas dúvidas se a mudança no estatuto do clube alteraria esse cenário. A julgar pela lista de candidatos a sucessão do senhor Valadares, os prognósticos tampouco são animadores: filhos, sobrinhos, parentes daqueles que comandam o Atlético Mineiro há algumas décadas e que são responsáveis diretos pelo estado no qual o clube se encontra atualmente.
A minha tristeza é maior pela instituição, pela tradição construída aos poucos e com muitas dificuldades ao longo de cem anos de história representando Belo Horizonte e Minas Gerais no Brasil e no mundo. O processo de construção de uma tradição, de uma reputação é um processo longo, lento e custoso e bastam apenas alguns anos para que se destrua um trabalho de gerações. O Atlético está na minha família há quatro gerações, é assunto do dia-a-dia, é parte da minha identidade de mineiro mesmo morando fora há mais de quatro anos e a verdade é que na rota que estamos adentrando, só vai sobrar história para contar para a quinta e a sexta gerações.
O declínio do galo é ruim para Minas Gerais, para Belo Horizonte e até para o nosso maior rival, pois a rivalidade fortalece e motiva, é importante para o crescimento de ambos. O Atlético precisa se profissionalizar, já deveria tê-lo feito há uns bons 15 anos e agora receio que o tempo esteja se esgotando. E profissionalizar não significa virar vitrine para os jogadores dos empresários da TRAFFIC ou qualquer outro grupo de empresários.
Deus nos proteja em São Paulo.
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Ao ler as notícias desta manhã só fico mais convicto de que o Atlético Mineiro está no CTI. Além de todos os problemas de conhecimento público, o presidente do conselho abandona o barco e três jogadores são cortados do elenco por indisciplina (Mariano, Calisto e Lenílson). O time não tem dono, não tem uma referência no comando, não tem ninguém para tomar uma decisão e assumi-la. Já não o tem há algum tempo, é verdade, mas isso só ficou claro de uns meses para cá.
O mais interessante com relação a um clube de futebol é que as pessoas responsáveis pela sua gestão fazem e desfazem uma série de coisas e quando, porventura, tudo dá errado, elas vão embora e o pepino fica com os seus sucessores. Ninguém é responsável por nada. Nada! Assim é muito fácil ser presidente, vice-presidente, diretor, qualquer coisa. Nâo é preciso responder pelos seus atos. Tenho minhas dúvidas se a mudança no estatuto do clube alteraria esse cenário. A julgar pela lista de candidatos a sucessão do senhor Valadares, os prognósticos tampouco são animadores: filhos, sobrinhos, parentes daqueles que comandam o Atlético Mineiro há algumas décadas e que são responsáveis diretos pelo estado no qual o clube se encontra atualmente.
A minha tristeza é maior pela instituição, pela tradição construída aos poucos e com muitas dificuldades ao longo de cem anos de história representando Belo Horizonte e Minas Gerais no Brasil e no mundo. O processo de construção de uma tradição, de uma reputação é um processo longo, lento e custoso e bastam apenas alguns anos para que se destrua um trabalho de gerações. O Atlético está na minha família há quatro gerações, é assunto do dia-a-dia, é parte da minha identidade de mineiro mesmo morando fora há mais de quatro anos e a verdade é que na rota que estamos adentrando, só vai sobrar história para contar para a quinta e a sexta gerações.
O declínio do galo é ruim para Minas Gerais, para Belo Horizonte e até para o nosso maior rival, pois a rivalidade fortalece e motiva, é importante para o crescimento de ambos. O Atlético precisa se profissionalizar, já deveria tê-lo feito há uns bons 15 anos e agora receio que o tempo esteja se esgotando. E profissionalizar não significa virar vitrine para os jogadores dos empresários da TRAFFIC ou qualquer outro grupo de empresários.
Deus nos proteja em São Paulo.
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3 de out. de 2008
E o fundo do poço?
Comecei a acompanhar futebol de uma maneira mais séria durante a Copa União de 1987. De lá até os primeiros anos do século XXI o que me alentava após os inúmeros fracassos alvinegros era a certeza de que aquela era uma má fase, uma estiagem de conquistas que logo iria passar. No entanto, passando por todas essas turbulências que sacodem o clube desde 2003, estou cada vez mais convicto de que, para a minha geração, aquela era a boa fase.
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Comecei a acompanhar futebol de uma maneira mais séria durante a Copa União de 1987. De lá até os primeiros anos do século XXI o que me alentava após os inúmeros fracassos alvinegros era a certeza de que aquela era uma má fase, uma estiagem de conquistas que logo iria passar. No entanto, passando por todas essas turbulências que sacodem o clube desde 2003, estou cada vez mais convicto de que, para a minha geração, aquela era a boa fase.
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