Atlético/GO 1 x 0 Atlético
Atlético 2 x 0 Bahia
São Paulo 2 x 1 Atlético
Atlético 2 x 0 Avaí
Atlético/PR 0 x 1 Atlético
E o returno começou igual para o Atlético: duas vitórias contra duas das três piores equipes do campeonato e uma derrota para o São Paulo. Em seguida, emplacamos uma vitória contra o Bahia, saímos da zona do rebaixamento, mas fomos mandados de volta pelo xará de Goiânia, que há muito tempo já vinha tentando aprontar para cima do Galo. De qualquer maneira, podemos ser positivos e pensar que uma vitória e uma derrota são melhores que os dois empates que conseguimos no turno (1 x 1 com o Bahia, 2 x 2 com o Atlético/GO). Só para completar: não vi nem ouvi nenhum dos jogos listados neste post.
Hoje enfrentamos o Flamengo. Em circunstâncias normais, considerando o desempenho dos times no momento atual, apostaria numa vitória do Atlético: o rubro-negro carioca vem mal, em crise, com uma provável divisão dentro do elenco e treinado naquele esquema do Luxemburgo que tanto nos fez sofrer na temporada passada. A contrapartida é que apesar dos bons resultados nas primeiras rodadas, não podemos dizer que o futebol apresentado pela equipe tenha transmitido confiança ao torcedor, indicando que tempos melhores estavam por vir. Para completar, nosso treinador é o Cuca, um maldito derrotado.
Enfim, se considerarmos apenas o segundo turno, teremos um confronto em circunstâncias similares àquelas da partida no Engenhão, que salvou a cabeça do Luxa e afundou o Atlético. A diferença primordial é que agora já estamos afundados na zona do rebaixamento e se os jogadores tiverem um pouco de sangue na veia (coisa que pouco demonstraram até o momento), poderão correr um pouco mais para devolver a goleada de alguns meses atrás. No mundo ideal o Renan Oliveira entraria como titular e confirmaria a sua fama de carrasco do rubro-negro, anotando mais 2 ou 3 tentos e garantindo a nossa vitória, assim como fez em 2008 e 2010, mas é difícil acreditar.
No final das contas, a impressão que eu tenho após estas cinco rodadas é a de que ganhamos de quem poderíamos ganhar. As três próximas rodadas, quando enfrentaremos além do Flamengo, o Internacional e o Ceará definirão o nosso papel no campeonato. Pois é, amigos, os prognósticos não são muito bons, mas quando foram nesta temporada?
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21 de set. de 2011
Uma incógnita
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Brasileirão 2011
2 de jun. de 2011
Ao que interessa
Cruzeiro 2 x 0 Atlético
Atlético 3 x 0 Atlético-PR
Avaí 1 x 3 Atlético
E eis que após uma boa vitória na primeira partida da final do Campeonato Mineiro, o Atlético não voltou a repetir a boa atuação da semana anterior e acabou sendo derrotado por seu maior rival por 2 x 0, deixando de levantar o bicampeonato. Não vi o jogo por estar em meu exílio trabalhista, apenas acompanhei momentaneamente pela internet e devo confessar que quando vi as alterações do Dorival Júnior no segundo tempo, quando a partida ainda estava 0 x 0, senti que a vaca estava indo para o brejo. Graças ao bom pai não vi o famigerado gol perdido pelo Magno Alves, de modo que não trarei este remorso comigo para o resto da vida. De qualquer maneira, com o elenco limitado que tínhamos para o Mineiro e a turbulência envolvendo a equipe no meio do campeonato, até que ficou de bom tamanho a campanha: não levantamos o título, mas enfrentamos um time que é considerado superior ao nosso de igual para igual, levando a melhor em duas oportunidades, e vimos surgir bons jogadores oriundos da base.
O Brasileirão é outra história. É o campeonato favorito de todos os atleticanos e aguardamos ansiosamente por seu início em todas as temporadas. A estreia atleticana não poderia ter sido melhor: 3 x 0 contra o xará paranaense. Mais uma vez, não pude ver a partida, mas como não poderia deixar de ser, após o bom resultado resolvi assistir ao compacto da partida e gostei bastante da atuação. Não podemos deixar de levar em consideração que o nosso adversário apresentou uma equipe bastante limitada, mas na temporada passada nem dos limitados estávamos ganhando. Ainda mais de maneira convincente.
A segunda partida foi em Florianópolis, contra o Avaí. Esta, felizmente, pude assistir no conforto do meu lar. Outra boa atuação do Atlético, que evidenciou a sua superioridade sobre o adversário desde o primeiro minuto. O Avaí, entretanto, saiu na frente, após falha de cobertura do Richarlyson, que perdeu uma dividida pelo alto e a bola caiu nos pés de Fábio Santos, o CASTOLO da RESSACADA, que de frente para o gol, fuzilou a meta de Renan Ribeiro. O Atlético não se abateu e manteve a pressão sobre o adversário, chegando ao empate 8 minutos depois com Léo Silva, finalizando após receber bola escorada por Richarlyson em escanteio.
O segundo tempo começou bem para o Atlético, aos 2 minutos o capitão Réver mandou uma pedrada de cabeça para o fundo do barbante de Renan. O gol que deu números finais a partida também surgiu de uma cobrança de escanteio, Léo Silva anotou novamente, se antecipando à zaga adversária. Belo resultado em Santa Catarina e ótima largada no campeonato.
Quanto às atuações individuais, as laterais continuam sendo nosso ponto fraco. Patric é limitado e Leandro não tem condições de ser titular. Veremos se com o retorno de Guilherme a situação do lado esquerdo melhora. Richarlyson me pareceu um tanto disperso no jogo, errando passes e jogadas em demasia e correndo alguns riscos desnecessários como viradas de bola na cabeça da área e recuos complicados. Guilherme, o centroavante, correu e lutou, mas ainda carece de ritmo. Tomara que o primeiro tento saia na próxima partida e sua ansiedade possa ser controlada.

No Galo as torres gêmeas derrubam o adversário
Por fim, finalmente o time resolveu apostar nas bolas paradas: com uma zaga com altura média de 1,95m, é impossível não apostar nos escanteios e faltas na entrada da área. Na minha modesta opinião, a falta de competência nesta jogada desde o início do ano é a mais forte evidência de que o Ricardinho estava de sacanagem.
27 de jul. de 2010
Só no ano que vem?
Corínthians 1 x 0 Atlético
Atlético 1 x 2 Internacional
Avaí 0 x 0 Atlético
Mais uma semana fora de casa e mais uma sequência de resultados ruins do Clube Atlético Mineiro: 2 derrotas e 1 empate que foi considerado heróico pelo nosso treinador devido às circunstâncias que envolveram a partida (2 jogadores expulsos - Daniel Carvalho e Neto Berola). Embora não tenha conseguido ver sequer os melhores momentos das partidas, as informações que obtive acerca da atuação da equipe não foram nada animadoras.
Confesso que ando muito ressabiado com o trabalho que está sendo desenvolvido. Acho que as contratações foram boas e que o elenco, pelo menos no papel, é o melhor do Atlético nos últimos 9 ou 10 anos. A razão pela qual o time não consegue desenvolver o seu futebol no gramado é que permanece uma incógnita. Acho que Luxemburgo tem exagerado nas modificações de esquema táticos e posicionamentos. Se o time não tem conseguido render num mísero 4-4-2, o que dirá num 3-5-2 e outros esquemas mais mirabolantes.
Ademais, a administração do clube comete um enorme erro ao reafirmar semanalmente que o trabalho é para 2011, que é preciso ter paciência e tudo mais. Concordo que é melhor ser honesto com o torcedor do que iludi-lo com promessas falsas. Mas, existe uma diferença grande entre "não disputar o título em 2010" e ocupar o penúltimo lugar do campeonato após 10 rodadas, com a defesa mais vazada e praticando um futebol paupérrimo após todos os investimentos. E olha que há times com elencos bem mais modestos que o do Galo ocupando posições melhores e realizando partidas consistentes. No fim, o mais engraçado é ver a diretoria ir à imprensa reclamar da ausência do torcedor no estádio. Não é difícil imaginar o que se passa na cabeça de qualquer indivíduo que considera viajar quase 100 km para ver o time em Sete Lagoas:
- Pagar 40 reais num ingresso para ver o time que só vai jogar futebol no ano que vem? Não, obrigado.
Ainda com relação à semana passada, a novidade foi o anúncio da contratação do zagueiro Réver, ex-Grêmio, que estava na Alemanha. Aposta do Atlético para resolver o problema crônico da zaga e, quem sabe, exercer a função de liderança que tanto nos faz falta, nem bem chegou e foi convocado para a seleção brasileira junto com o Tardelli.
Para finalizar, domingo será dia de clássico e oportunidade melhor para o Atlético estrear no campeonato não haverá. Qualquer outro resultado nos deixará numa situação deveras delicada, em especial o nosso treinador. Nestas ocasiões, sempre me lembro do Brasileirão 92, quando ocupávamos a lanterna com um time modesto e limitado e, sob o comando de Vantuir Galdino, acabamos vencendo o clássico por 2 x 0, marcando o início de uma arrancada que nos livrou do rebaixamento. Se a equipe entrar em campo com aquele espírito guerreiro e de raça, poderemos surpreender.
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