Ipatinga 3 x 2 Atlético
Atlético 1 x 1 São Paulo
No último sábado, um dos vídeos disponibilizados no Baú do Esporte no site da Globo era o compacto da estréia do Galo na Copa União de 1987, um sacode de 5 x 1 no Santos. Já era o primeiro sinal da grande campanha que o time do Telê Santana faria naquela temporada. Logo depois, cliquei no símbolo do Atlético para ler as notícias do clube e a realidade reaparece. 21 anos depois a história é bem diferente, no momento não temos forças para vencer o Ipatinga, lanterna do campeonato e vizinho bem conhecido, de modo que a luz vermelha já está acesa. Basta analisar a tabela para perceber que conseguir menos do que seis pontos nas duas próximas rodadas significará o iminente descenso e a coroação do trabalho desenvolvido pelos nossos gestores nesse ano do centenário.
O que mais me intriga em relação à gestão é o amadorismo dos caras... Se não for isso, só pode ser má-fé, sacanagem com o torcedor alvinegro. Com esse elenco limitado, sem personalidade que montaram para essa temporada, ainda inventam essa história de centenário e continuam martelando nisso a cada vexame, cada goleada, cada eliminação: é uma festa, uma cerimônia, o lançamento de mais uma camisa, etc. É botar mais pressão em quem treme diante do Ipatinga, da Portuguesa e de outros adversários. Hoje me aparecem com o discurso de contratações e parcerias para 2009. É muito insulto à inteligência alheia. Na verdade, para poupar esforços e irritações, eles deveriam divulgar a lista dos reforços desejados e passar lá no Barro Preto para ver quais nossos adversários não gostariam de contratar. De repente, sobra pra gente, tamanha a falta de prestígio e de qualidade de gestão que estamos vivendo.
-----------------------
Mostrando postagens com marcador Brasileirão 2008. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasileirão 2008. Mostrar todas as postagens
15 de set. de 2008
31 de ago. de 2008
Falta inteligência
Portuguesa 1 x 1 Atlético
O que mais me chateia no time desta temporada não é a falta de categoria do elenco, afinal já estamos acostumados com isso há alguns anos. O pior é verificar a covardia e a falta de inteligência do mesmo. Se o problema é pressão, é melhor buscar outra profissão, ou jogar no Ipatinga.
Na partida desta noite o galo achou o gol na sua única oportunidade e, depois, resolveu assistir a lusa tentar jogar bola porque, sim, o time deles consegue ser pior do que o nosso. Pra tornar a tarefa do oponente mais fácil, desperdiçamos todos os contra-ataques com passes errados no meio-de-campo ou chutões da intermediária. Uma hora os caras acertaram e ficou por isso mesmo.
Uma dúvida: o que acontece com o Renan Oliveira? Aparentemente, o jovem tem talento, mas desde a desastrosa goleada contra o Cruzeiro o seu futebol desapareceu. É mais uma promessa a ser queimada pelo Atlético? E o Tchô? Continua com a mesma displicência de sempre... Achei que pudesse mudar depois da contusão que sofreu durante a pré-temporada, mas foi só uma ilusão.
Pra finalizar: dizer que foi buscar um ponto em São Paulo é fácil, quero ver é arrancar ponto do São Paulo Futebol Clube no Mineirão.
-------------
O que mais me chateia no time desta temporada não é a falta de categoria do elenco, afinal já estamos acostumados com isso há alguns anos. O pior é verificar a covardia e a falta de inteligência do mesmo. Se o problema é pressão, é melhor buscar outra profissão, ou jogar no Ipatinga.
Na partida desta noite o galo achou o gol na sua única oportunidade e, depois, resolveu assistir a lusa tentar jogar bola porque, sim, o time deles consegue ser pior do que o nosso. Pra tornar a tarefa do oponente mais fácil, desperdiçamos todos os contra-ataques com passes errados no meio-de-campo ou chutões da intermediária. Uma hora os caras acertaram e ficou por isso mesmo.
Uma dúvida: o que acontece com o Renan Oliveira? Aparentemente, o jovem tem talento, mas desde a desastrosa goleada contra o Cruzeiro o seu futebol desapareceu. É mais uma promessa a ser queimada pelo Atlético? E o Tchô? Continua com a mesma displicência de sempre... Achei que pudesse mudar depois da contusão que sofreu durante a pré-temporada, mas foi só uma ilusão.
Pra finalizar: dizer que foi buscar um ponto em São Paulo é fácil, quero ver é arrancar ponto do São Paulo Futebol Clube no Mineirão.
-------------
Só nos resta rezar
Considerando a defesa escalada para o jogo de logo mais contra a Lusa (Édson, César Prates, Leandro Almeida, Marcos, Calixto), só nos resta rogar ao senhor para que não sejamos premiados com mais uma goleada nesta temporada odiosa.
-------
22 de ago. de 2008
Três pontos
Atlético 4 x 0 Atlético/PR
Não há muito o que se cobrar do time do Atlético, desse modo fico satisfeito com os três pontos obtidos esta noite no Mineirão. Não foi uma exibição empolgante, apesar do placar elástico: a defesa continua um show de horrores e o goleiro Édson, apesar da minha boa vontade com ele, é muito fraco. Some-se a isto o fato de o time do Furacão ser o pior que eu já vi desde que entraram no clube dos grandes. De qualquer maneira, uma semana de tranquilidade já nos fará bem. Para finalizar, espero uma exibição digna contra o Botafogo pela Sulamericana no meio da semana.
-------------
Não há muito o que se cobrar do time do Atlético, desse modo fico satisfeito com os três pontos obtidos esta noite no Mineirão. Não foi uma exibição empolgante, apesar do placar elástico: a defesa continua um show de horrores e o goleiro Édson, apesar da minha boa vontade com ele, é muito fraco. Some-se a isto o fato de o time do Furacão ser o pior que eu já vi desde que entraram no clube dos grandes. De qualquer maneira, uma semana de tranquilidade já nos fará bem. Para finalizar, espero uma exibição digna contra o Botafogo pela Sulamericana no meio da semana.
-------------
19 de ago. de 2008
Atlético = Casa da mãe Joana
Fluminense 1 x 0 Atlético
Com um vôo na ponte aérea marcado para às 17:20 do último domingo, acreditei que poderia chegar a tempo de ver mais da metade do jogo do Atlético contra o Fluminense. Depois de quase uma hora de atraso para o embarque e um vôo tumultado, numa aeronave da Varig com o ar condicionado funcionando precariamente e uma vista panorâmica do Maracanã, consegui pegar um táxi no aeroporto Santos Dumont às 19:15h.
Durante o caminho, ouvindo a peleja pelo rádio do celular, fui atingido por um desânimo profundo e por uma certeza assustadora: assim que me sentasse na poltrona de casa e ligasse a tv, levaríamos um gol. Resolvi adotar uma postura mais otimista e, ao chegar em casa, ao invés de ligar a tv, fui dar uma folheada no jornal - o qual apostava tudo no nosso ginasta trapalhão na China. Depois de me acalmar, me sentei e liguei a tv. Ato contínuo, me levantei e fui pegar uma torrada na cozinha: gol do Fluminense. O resto foi aquela impotência de sempre, motivação zero para correr atrás do empate e a certeza de que o placar seria aquele e que os 20 pontos no bolão estavam garantidos.
Creio que desde as temporadas 92 e 93 não vejo uma equipe atleticana tão sem alma, tão sem garra, tão brochante. Para ser mais preciso, acho que o calvário alvinegro tem uma data para o seu início que foi aquele indigesto 6 x 2 nas oitavas de final do Brasileiro de 2002. Desde então, foram praticamente 5 temporadas lutando para não cair ou caindo (embora, muitas vezes, o espírito lutador do time contagiasse a torcida). Iria até culpar aquele fracassado do Geninho mas, pensando melhor, podíamos colocar até o Felipão treinando o Galo que o resultado não seria diferente. O Atlético é a casa da mãe Joana: ninguém manda, ou quem deveria mandar não aparece, se omite ou é conivente com a malandragem de empresários e lobistas, que fazem o que querem com a instituição. Agora dizem que vão anunciar um meia que vem do Vitória, onde não está sendo aproveitado pelo treinador. Não preciso dizer mais nada a respeito.
Como já disse antes, o lombo do atleticano já tá calejado demais para poder ter um sofrimento legítimo com toda essa situação. Até isso está sendo tirado da torcida, com essa gestão de piada que temos, responsável por esse time fraco e, principalmente, sem espírito e sem condições de despertar o entusiasmo da massa. Se nos salvarmos da segundona já será um grande feito para 2008.
--------
Com um vôo na ponte aérea marcado para às 17:20 do último domingo, acreditei que poderia chegar a tempo de ver mais da metade do jogo do Atlético contra o Fluminense. Depois de quase uma hora de atraso para o embarque e um vôo tumultado, numa aeronave da Varig com o ar condicionado funcionando precariamente e uma vista panorâmica do Maracanã, consegui pegar um táxi no aeroporto Santos Dumont às 19:15h.
Durante o caminho, ouvindo a peleja pelo rádio do celular, fui atingido por um desânimo profundo e por uma certeza assustadora: assim que me sentasse na poltrona de casa e ligasse a tv, levaríamos um gol. Resolvi adotar uma postura mais otimista e, ao chegar em casa, ao invés de ligar a tv, fui dar uma folheada no jornal - o qual apostava tudo no nosso ginasta trapalhão na China. Depois de me acalmar, me sentei e liguei a tv. Ato contínuo, me levantei e fui pegar uma torrada na cozinha: gol do Fluminense. O resto foi aquela impotência de sempre, motivação zero para correr atrás do empate e a certeza de que o placar seria aquele e que os 20 pontos no bolão estavam garantidos.
Creio que desde as temporadas 92 e 93 não vejo uma equipe atleticana tão sem alma, tão sem garra, tão brochante. Para ser mais preciso, acho que o calvário alvinegro tem uma data para o seu início que foi aquele indigesto 6 x 2 nas oitavas de final do Brasileiro de 2002. Desde então, foram praticamente 5 temporadas lutando para não cair ou caindo (embora, muitas vezes, o espírito lutador do time contagiasse a torcida). Iria até culpar aquele fracassado do Geninho mas, pensando melhor, podíamos colocar até o Felipão treinando o Galo que o resultado não seria diferente. O Atlético é a casa da mãe Joana: ninguém manda, ou quem deveria mandar não aparece, se omite ou é conivente com a malandragem de empresários e lobistas, que fazem o que querem com a instituição. Agora dizem que vão anunciar um meia que vem do Vitória, onde não está sendo aproveitado pelo treinador. Não preciso dizer mais nada a respeito.
Como já disse antes, o lombo do atleticano já tá calejado demais para poder ter um sofrimento legítimo com toda essa situação. Até isso está sendo tirado da torcida, com essa gestão de piada que temos, responsável por esse time fraco e, principalmente, sem espírito e sem condições de despertar o entusiasmo da massa. Se nos salvarmos da segundona já será um grande feito para 2008.
--------
11 de ago. de 2008
Sem novidades
Atlético 0 x 4 Grêmio
Santos 2 x 3 Atlético
Primeiro devo falar sobre o jogo com o Santos. Apesar de ter alardeado no post anterior que o jogo não seria transmitido para a Bahia, para minha surpresa a rede Bandeirantes acabou exibindo a peleja para Salvador. Amigos, pior do que ver o seu time levar dois gols ridículos é ter que aguentar os comentários do NETO ("é só o Santos apertar que ele faz o terceiro, o quarto e o quinto"). De qualquer maneira, o time acabou se recuperando e virando a partida de maneira espetacular, quebrando um tabu de 60 anos sem vitórias na Vila Belmiro. No fim, só faltou ao comentarista garantir que o Atlético era um candidato a Libertadores.
Passada a euforia, enfrentamos o Grêmio no fim da tarde de sábado no Mineirão. Este jogo não acompanhei, mas levamos mais uma goleada. É outro freguês em jogos em BH que se tornou uma pedra no sapato alvinegro. No mais, fica a impressão de que estamos caminhando para a defesa centenária neste ano do centenário: 100 gols levados no campeonato brasileiro.
Esta semana enfrentamos o Botafogo pela Sulamericana e o Fluminense pelo brasileiro, ambos os jogos no Rio. Visto que a possibilidade de sucesso nas duas empreitadas é tão provável quanto uma vitória da seleção brasileira de handball sobre a da Croácia neste instante (está 22 x 10 para os croatas), ficaria satisfeito com um bom resultado contra o Fluzão. Não cair em 2008 será o presente do centenário.
------
Santos 2 x 3 Atlético
Primeiro devo falar sobre o jogo com o Santos. Apesar de ter alardeado no post anterior que o jogo não seria transmitido para a Bahia, para minha surpresa a rede Bandeirantes acabou exibindo a peleja para Salvador. Amigos, pior do que ver o seu time levar dois gols ridículos é ter que aguentar os comentários do NETO ("é só o Santos apertar que ele faz o terceiro, o quarto e o quinto"). De qualquer maneira, o time acabou se recuperando e virando a partida de maneira espetacular, quebrando um tabu de 60 anos sem vitórias na Vila Belmiro. No fim, só faltou ao comentarista garantir que o Atlético era um candidato a Libertadores.
Passada a euforia, enfrentamos o Grêmio no fim da tarde de sábado no Mineirão. Este jogo não acompanhei, mas levamos mais uma goleada. É outro freguês em jogos em BH que se tornou uma pedra no sapato alvinegro. No mais, fica a impressão de que estamos caminhando para a defesa centenária neste ano do centenário: 100 gols levados no campeonato brasileiro.
Esta semana enfrentamos o Botafogo pela Sulamericana e o Fluminense pelo brasileiro, ambos os jogos no Rio. Visto que a possibilidade de sucesso nas duas empreitadas é tão provável quanto uma vitória da seleção brasileira de handball sobre a da Croácia neste instante (está 22 x 10 para os croatas), ficaria satisfeito com um bom resultado contra o Fluzão. Não cair em 2008 será o presente do centenário.
------
5 de ago. de 2008
Um rádio
Atlético 2 x 1 Sport
Encontro-me em Salvador neste momento e sem pay-per-view. Durante a semana estarei condenado a assistir aos seguintes jogos: Goiás x Flamengo na quarta e Figueirense x Botafogo na quinta. Não restará outra solução a não ser acompanhar pelas "bolinhas" da Globo, sinônimo de agonia.
No domingo passado não foi muito difrente, cheguei cedo ao aeroporto e, apesar de termos embarcado no avião com "apenas" 30 minutos de atraso, ficamos aguardando autorização para decolagem durante mais de 40 minutos dentro da aeronave. Deste modo, acompanhei a saga atleticana por um radinho que transmitia a partida entre o xará paranaense e o Botafogo. Não sei se a culpa é da falta de qualidade do mp3 player ou da quantidade de ondas eletromagnéticas que cruzam o aeroporto, mas escutar a CBN era, mais ou menos, como tentar sintonizar a Itatiaia na 040, como já fiz diversas vezes. Entre um pastor e outro, você consegue ouvir uns gols.
No fim, a pilha acabou e nada do avião decolar. 20:10h e comecei a ser consumido pela ansiedade: 2 horas nos céus sem saber qual foi o placar! Pensei em ligar o celular e discar para alguém, mas a ordem para desligá-los já havia sido dada. A paciência logo acabou: pedi licença aos vizinhos, abri o compartimento de bagagem, resgatei minha mochila e, claro, uma pilha carregada que estava disponível. Voltei para o assento e reanimei o aparelhinho. Assim que a voz do comandante saiu pelo sistema de som da aeronave, o locutor começou a falar os resultados da rodada e o do Galo, claro, foi o último. Pelo menos seguramos a vitória. Se conseguirmos anotar 3 pontos em casa em todas as rodadas, tá safo. Foi um vôo tranquilo.
------------
Encontro-me em Salvador neste momento e sem pay-per-view. Durante a semana estarei condenado a assistir aos seguintes jogos: Goiás x Flamengo na quarta e Figueirense x Botafogo na quinta. Não restará outra solução a não ser acompanhar pelas "bolinhas" da Globo, sinônimo de agonia.
No domingo passado não foi muito difrente, cheguei cedo ao aeroporto e, apesar de termos embarcado no avião com "apenas" 30 minutos de atraso, ficamos aguardando autorização para decolagem durante mais de 40 minutos dentro da aeronave. Deste modo, acompanhei a saga atleticana por um radinho que transmitia a partida entre o xará paranaense e o Botafogo. Não sei se a culpa é da falta de qualidade do mp3 player ou da quantidade de ondas eletromagnéticas que cruzam o aeroporto, mas escutar a CBN era, mais ou menos, como tentar sintonizar a Itatiaia na 040, como já fiz diversas vezes. Entre um pastor e outro, você consegue ouvir uns gols.
No fim, a pilha acabou e nada do avião decolar. 20:10h e comecei a ser consumido pela ansiedade: 2 horas nos céus sem saber qual foi o placar! Pensei em ligar o celular e discar para alguém, mas a ordem para desligá-los já havia sido dada. A paciência logo acabou: pedi licença aos vizinhos, abri o compartimento de bagagem, resgatei minha mochila e, claro, uma pilha carregada que estava disponível. Voltei para o assento e reanimei o aparelhinho. Assim que a voz do comandante saiu pelo sistema de som da aeronave, o locutor começou a falar os resultados da rodada e o do Galo, claro, foi o último. Pelo menos seguramos a vitória. Se conseguirmos anotar 3 pontos em casa em todas as rodadas, tá safo. Foi um vôo tranquilo.
------------
2 de ago. de 2008
Tardes de Domingo
Pode até ser que dê certo com o Marcelo Oliveira, mas na minha modesta opinião, podem colocar até o Mourinho no banco, Kaká no meio e David Villa e Berbatov no ataque que o time não sai dessa situação.

O Sport é um velho freguês (embora haja aquela famigerada goleada por 6 x 0 na Copa João Havelange em 2000 em pleno Mineirão) e o normal seria uma vitória magra no gigante da Pampulha. Que fase, quantas saudades da temporada de 2001, tarde de domingo no Independência, garantia de vitória.
----
1 de ago. de 2008
Cães Raivosos
Vasco 6 x 1 Atlético
Devo confessar que até apostei contra o Atlético no bolão, mas acreditava na possibilidade de uma vitória na noite de quinta. Acabei indo a São Januário com três amigos vascaínos, que apontavam o Galo como favorito.
A chegada foi tranquila, torcidas amigas, compramos ingressos e nos dirigimos para as respectivas áreas reservadas nas arquibancadas. Ainda na porta, estabeleci contato com alguns outros atleticanos e entramos juntos. Os primeiros indícios de que a noite seria pitoresca puderam ser observados ainda na revista que a PM fazia após as roletas: gemidos e gritos chamaram a atenção dos rapazes que foram checar junto a um soldado, que portava um aparelho celular, o que estava acontecendo. Não era nada demais, apenas um filme "educativo" - "o sexto", contado com orgulho pelo dono do aparelho.

Nem bem me posicionei e o juiz deu o apito inicial. Passes errados para lá, passes errados para cá e gol do Vasco numa falha bisonha da defesa alvinegra. O gol de empate veio logo e tive a impressão de que o equilíbrio havia sido alcançado e o time deslancharia. Mas, ao contrário, o time continuou parado em campo vendo o adversário anotar mais cinco tentos e estabelecer o vexatório placar de 6 x 1 antes dos 20 minutos do segundo tempo. A apatia era total, o treinador Gallo ficava parado onde estava, não falava, não agia, não dava mostras de fibra. Talvez movidos pelo senso de amizade entre as torcidas o Vasco resolveu dar uma aliviada, felizmente.
Ao longo de todos esses anos acompanhando o Atlético acredito nunca ter visto um time tão apático e sem gana. É difícil descobrir o que acontece nos bastidores para que esse tipo de atitude seja visto em campo: os salários estão em dia? O Gallo estava sofrendo um boicote? Não faço idéia. A única coisa que eu sei é que a culpa da situação ter chegado aonde chegou é única e exclusiva da diretoria do clube. Não é culpa do treinador e tampouco dos jogadores. O elenco é fraco? Sem dúvida. Mas, quem o contratou foi a diretoria. Idem para o técnico. A verdade é que todo torcedor parte de um pressuposto que é falso quando analisa o desempenho da sua equipe: o de que a gestão do clube é conduzida por torcedores como ele, pessoas de boa fé cujo único objetivo é o sucesso dentro de campo.
Torcer para o Atlético é uma doença incurável, já me conformei e não tenho a menor intenção de agir no sentido de mudar isso. Entretanto, aquilo que eu vi ontem no estádio não foi o time que despertou a minha paixão ainda garoto e que me motiva a gastar cerca de duas horas, duas vezes por semana, na frente da tv ou sentado no cimento. Começa por aquela camisa horrorosa do centenário, continua pela absoluta falta de coragem e fibra dos onze jogadores em campo e do pateta do treinador no banco de reservas e termina na sede de Lourdes onde, supostamente, estaria um presidente (me parece que está de férias no momento) e toda uma fileira de canalhas que se apoderaram do clube e, deliberadamente, impõem um sofrimento infindável aos milhões de torcedores por todo o país. Tenho muita pena da instituição, que acaba ficando manchada pelo desleixo dos incompetentes que a comandam. No entanto, não saí chateado do velho estádio em São Cristóvão ontem, pois não reconheci o Atlético naquele amontoado que vi em campo e que, portanto, não merecia nem mesmo o meu sentimento de derrota.
Outro ponto que merece ser destacado é o fato de a maioria da torcida ter se mandado logo após o quinto gol e eu ter ficado por ali, com uns poucos "gato-pingados" esperando meus amigos vascaínos para irmos embora juntos. De qualquer maneira, o ponto alto da noite estava reservado para o final: no caminho para o portão da saída, um rotweiller da PM atacou um pastor alemão, seu irmão de armas, e apesar da saraivada de chutes na cabeça dados por seu comandante, continuou destroçando implacavelmente o traseiro do seu adversário. O imbróglio só foi resolvido alguns minutos depois com a chegada de um outro soldado armado com spray pimenta, o qual acabou convencendo o cão raivoso a libertar seu oponente.
No portão fui saudado pelos companheiros vascaínos, que se propuseram a me pagar a entrada, o transporte e as bebidas em todos os jogos do Vasco no Rio, pois eu havia trazido boa sorte para o clube. Azar o meu. Aguardemos o domingo.
--------
Devo confessar que até apostei contra o Atlético no bolão, mas acreditava na possibilidade de uma vitória na noite de quinta. Acabei indo a São Januário com três amigos vascaínos, que apontavam o Galo como favorito.
A chegada foi tranquila, torcidas amigas, compramos ingressos e nos dirigimos para as respectivas áreas reservadas nas arquibancadas. Ainda na porta, estabeleci contato com alguns outros atleticanos e entramos juntos. Os primeiros indícios de que a noite seria pitoresca puderam ser observados ainda na revista que a PM fazia após as roletas: gemidos e gritos chamaram a atenção dos rapazes que foram checar junto a um soldado, que portava um aparelho celular, o que estava acontecendo. Não era nada demais, apenas um filme "educativo" - "o sexto", contado com orgulho pelo dono do aparelho.

Nem bem me posicionei e o juiz deu o apito inicial. Passes errados para lá, passes errados para cá e gol do Vasco numa falha bisonha da defesa alvinegra. O gol de empate veio logo e tive a impressão de que o equilíbrio havia sido alcançado e o time deslancharia. Mas, ao contrário, o time continuou parado em campo vendo o adversário anotar mais cinco tentos e estabelecer o vexatório placar de 6 x 1 antes dos 20 minutos do segundo tempo. A apatia era total, o treinador Gallo ficava parado onde estava, não falava, não agia, não dava mostras de fibra. Talvez movidos pelo senso de amizade entre as torcidas o Vasco resolveu dar uma aliviada, felizmente.
Ao longo de todos esses anos acompanhando o Atlético acredito nunca ter visto um time tão apático e sem gana. É difícil descobrir o que acontece nos bastidores para que esse tipo de atitude seja visto em campo: os salários estão em dia? O Gallo estava sofrendo um boicote? Não faço idéia. A única coisa que eu sei é que a culpa da situação ter chegado aonde chegou é única e exclusiva da diretoria do clube. Não é culpa do treinador e tampouco dos jogadores. O elenco é fraco? Sem dúvida. Mas, quem o contratou foi a diretoria. Idem para o técnico. A verdade é que todo torcedor parte de um pressuposto que é falso quando analisa o desempenho da sua equipe: o de que a gestão do clube é conduzida por torcedores como ele, pessoas de boa fé cujo único objetivo é o sucesso dentro de campo.
Torcer para o Atlético é uma doença incurável, já me conformei e não tenho a menor intenção de agir no sentido de mudar isso. Entretanto, aquilo que eu vi ontem no estádio não foi o time que despertou a minha paixão ainda garoto e que me motiva a gastar cerca de duas horas, duas vezes por semana, na frente da tv ou sentado no cimento. Começa por aquela camisa horrorosa do centenário, continua pela absoluta falta de coragem e fibra dos onze jogadores em campo e do pateta do treinador no banco de reservas e termina na sede de Lourdes onde, supostamente, estaria um presidente (me parece que está de férias no momento) e toda uma fileira de canalhas que se apoderaram do clube e, deliberadamente, impõem um sofrimento infindável aos milhões de torcedores por todo o país. Tenho muita pena da instituição, que acaba ficando manchada pelo desleixo dos incompetentes que a comandam. No entanto, não saí chateado do velho estádio em São Cristóvão ontem, pois não reconheci o Atlético naquele amontoado que vi em campo e que, portanto, não merecia nem mesmo o meu sentimento de derrota.
Outro ponto que merece ser destacado é o fato de a maioria da torcida ter se mandado logo após o quinto gol e eu ter ficado por ali, com uns poucos "gato-pingados" esperando meus amigos vascaínos para irmos embora juntos. De qualquer maneira, o ponto alto da noite estava reservado para o final: no caminho para o portão da saída, um rotweiller da PM atacou um pastor alemão, seu irmão de armas, e apesar da saraivada de chutes na cabeça dados por seu comandante, continuou destroçando implacavelmente o traseiro do seu adversário. O imbróglio só foi resolvido alguns minutos depois com a chegada de um outro soldado armado com spray pimenta, o qual acabou convencendo o cão raivoso a libertar seu oponente.
No portão fui saudado pelos companheiros vascaínos, que se propuseram a me pagar a entrada, o transporte e as bebidas em todos os jogos do Vasco no Rio, pois eu havia trazido boa sorte para o clube. Azar o meu. Aguardemos o domingo.
--------
30 de jul. de 2008
São Januário
Atlético 2 x 1 Vitória
Botafogo 4 x 0 Atlético
Não vi o jogo do domingo, estava no aeroporto, esperando a volta para casa. Notícias obtidas via celular diretamente do Mineirão me fizeram conjecturar que o desempenho foi fraco, mas diante da fase que estamos vivendo não exijo nada mais do que os três pontos e uma tranquila noite de sono.
Amanhã enfrentamos o Vasco em São Januário e diante da crise do adversário que é maior do que a alvinegra neste momento, entendo que uma vitória não é de todo impossível. No entanto, as estatísticas do Atlético atuando no Rio de Janeiro desde que vim viver na cidade maravilhosa diminuem a minha crença num bom placar. A pífia atuação no Engenhão há uma semana anotou mais um triste capítulo nessa história. Se não me engano, desde 2004 a nossa única vitória no Rio foi aquela sobre o Flamengo por 1 x 0, em 2005, na extinta Arena Petrobras na Ilha do Governador. Que as mudanças ocorram amanhã.
Botafogo 4 x 0 Atlético
Não vi o jogo do domingo, estava no aeroporto, esperando a volta para casa. Notícias obtidas via celular diretamente do Mineirão me fizeram conjecturar que o desempenho foi fraco, mas diante da fase que estamos vivendo não exijo nada mais do que os três pontos e uma tranquila noite de sono.
Amanhã enfrentamos o Vasco em São Januário e diante da crise do adversário que é maior do que a alvinegra neste momento, entendo que uma vitória não é de todo impossível. No entanto, as estatísticas do Atlético atuando no Rio de Janeiro desde que vim viver na cidade maravilhosa diminuem a minha crença num bom placar. A pífia atuação no Engenhão há uma semana anotou mais um triste capítulo nessa história. Se não me engano, desde 2004 a nossa única vitória no Rio foi aquela sobre o Flamengo por 1 x 0, em 2005, na extinta Arena Petrobras na Ilha do Governador. Que as mudanças ocorram amanhã.
22 de jul. de 2008
21:50
Atlético 3 x 2 Coritiba
Eu não sei quem é o gênio que organiza a tabela da CBF, de qualquer maneira não pode ser muito amigo do torcedor um sujeito que marca uma partida para às 21:50h no longínquo Engenhão. Naturalmente, estarei à postos em frente ao televisor ao invés de comparecer ao João Havelange para acompanhar o Galo.
Partida difícil, o Botafogo tem sido um adversário complicado desde que retornou à primeira divisão. Se não me engano, desde então não anotamos nenhum triunfo sobre o alvinegro carioca. Acho que difícil que a situação mude amanhã. Embora o Engenhão não seja um fator de pressão, o meio de campo desfalcado e a improdutividade do ataque penalizam enormemente o Atlético. 1 x 0 pro Galo será goleada.
Obs.: Boa vitória no Mineirão domingo, mas finalizar mais de 30 vezes pra anotar 3 tentos comprova a ineficiência do nosso ataque.
-----
Eu não sei quem é o gênio que organiza a tabela da CBF, de qualquer maneira não pode ser muito amigo do torcedor um sujeito que marca uma partida para às 21:50h no longínquo Engenhão. Naturalmente, estarei à postos em frente ao televisor ao invés de comparecer ao João Havelange para acompanhar o Galo.
Partida difícil, o Botafogo tem sido um adversário complicado desde que retornou à primeira divisão. Se não me engano, desde então não anotamos nenhum triunfo sobre o alvinegro carioca. Acho que difícil que a situação mude amanhã. Embora o Engenhão não seja um fator de pressão, o meio de campo desfalcado e a improdutividade do ataque penalizam enormemente o Atlético. 1 x 0 pro Galo será goleada.
Obs.: Boa vitória no Mineirão domingo, mas finalizar mais de 30 vezes pra anotar 3 tentos comprova a ineficiência do nosso ataque.
-----
20 de jul. de 2008
Boas recordações
Inter 1 x 0 Atlético
Sem comentários acerca da derrota para o colorado na última quinta-feira. Com a limitação do elenco e os desfalques, já era de se esperar o revés.
Novidade: com o fim da rodada deste sábado, estamos na temida zona do rebaixamento. Culpa do excesso de empates. Amanhã, contra o coxa, outro resultado que não seja a vitória colocará a equipe em uma situação muito complicada.
Embora o Coritiba tenha eliminado o Atlético nas semifinais do brasileiro em 1985, naquela conturbada partida no mineirão, e nos tirado a invencibilidade no torneio de 2003, outra vez no mineirão, o histórico recente nos tem sido bastante favorável. O último encontro, ainda na segunda divisão em 2006, traz grandes recordações aos atleticanos. Penúltima rodada, Couto Pereira lotado e o coxa abriu 2 x 0 ainda no início do primeiro tempo. Marinho diminuiu no finzinho da primeira etapa e empatou no início da segunda. Marcinho liquidou a fatura aos 27 minutos do segundo tempo.
Naquela tarde fria estávamos em Ouro Preto, levando um companheiro colorado para conhecer a antiga Vila Rica. Acabei vendo o fim do jogo numa barraquinha (cuja foto guardei de recordação) em frente à igreja de São Francisco. Que tenhamos a mesma sorte amanhã!
Sem comentários acerca da derrota para o colorado na última quinta-feira. Com a limitação do elenco e os desfalques, já era de se esperar o revés.
Novidade: com o fim da rodada deste sábado, estamos na temida zona do rebaixamento. Culpa do excesso de empates. Amanhã, contra o coxa, outro resultado que não seja a vitória colocará a equipe em uma situação muito complicada.
Embora o Coritiba tenha eliminado o Atlético nas semifinais do brasileiro em 1985, naquela conturbada partida no mineirão, e nos tirado a invencibilidade no torneio de 2003, outra vez no mineirão, o histórico recente nos tem sido bastante favorável. O último encontro, ainda na segunda divisão em 2006, traz grandes recordações aos atleticanos. Penúltima rodada, Couto Pereira lotado e o coxa abriu 2 x 0 ainda no início do primeiro tempo. Marinho diminuiu no finzinho da primeira etapa e empatou no início da segunda. Marcinho liquidou a fatura aos 27 minutos do segundo tempo.
Naquela tarde fria estávamos em Ouro Preto, levando um companheiro colorado para conhecer a antiga Vila Rica. Acabei vendo o fim do jogo numa barraquinha (cuja foto guardei de recordação) em frente à igreja de São Francisco. Que tenhamos a mesma sorte amanhã!
13 de jul. de 2008
Maldição
Cruzeiro 2 x 1 Atlético
É incrível como a história tem mudado no século XXI. Mais um clássico e mais uma derrota pelo campeonato brasileiro, coisa que raramente acontecia até 2003. Dessa vez, tivemos uma partida morna, especialmente no segundo tempo, com as alterações equivocadas de ambas as partes.
O Galo conseguiu marcar no primeiro tempo após uma trapalhada da zaga cruzeirense que Danilinho aproveitou com oportunismo. Ainda comemorando, pensei que poderíamos tirar proveito daquela situação, já que a torcida adversária tem uma péssima relação com o seu treinador. Bastava que segurássemos alguns minutos. No entanto, como tem sido de praxe, bastaram alguns minutos para que o adversário anotasse o tento de empate após uma cobrança de escanteio. O resto do jogo foi um festival de passes errados, faltas e poucas oportunidades.
No fim, pareceu-me que o Atlético estava satisfeito com mais um empate, já que, aparentemente, está buscando este título (Campeão Brasileiro de Empates) e ficou brigando com a bola ali no meio campo. Um contra-ataque do adversário aos 47 do segundo tempo liquidou a fatura. O apito final foi dado após uma melancólica tentativa de cruzamento do César Prates.
O que mais me impressiona na fase atual do Atlético é a total falta de equilíbrio dentro de campo. Nem com o seu adversário sendo pressionado pela própria torcida, que odeia o treinador (embora o time esteja em segundo lugar, no momento), a equipe consegue potencializar isso a seu favor. Repito: falta liderança em campo. Marcos, Petkovic e Marques são velhos, mas não são líderes. Falta uma espécie de Charles Bronson dos gramados, que possa comandar o escrete alvinegro e eliminar essa aura de covardia e azar que tem sido emanada pelos últimos times montados pelo nosso presidente bigodudo.
Ainda cabe destacar alguns pontos, em especial, para a diretoria:
1. Podem devolver o Castillo. O boliviano não consegue matar uma bola, não é raçudo, não consegue entender uma tabela ou chutar a gol. É inoperante. Me faz ter saudades do Vanderlei.
2. Troquem essa maldita camisa horrorosa do centenário e voltem ao uniforme tradicional! Esqueçam essa festa dos 100 anos, e façam o time jogar bola. Essa história de centenário só fez os holofotes se virarem para o time e aumentar a pressão e a consequente divulgação, em rede nacional, dos nossos seguidos vexames.
3. Podem devolver o Almir. O cara tá com o bagageiro maior que o da Mulher Melancia e não produz nada também.
4. Parem com essas idéias de homenagear o Marques. O que era aquela camisa 350? Se o time viesse bem, tudo bem festejar... Mas, já que ele tem que jogar (eu preferiria que ele tivesse colocado o pé dele na calçada da fama e estivesse na tribuna, vendo o jogo de lá), dêem a camisa 9 pro sujeito e ponto final.
Enfim, levar um gol aos 47 do segundo tempo nessas circunstâncias é patético. Devo confessar que já fazia algum tempo que o futebol não me deixava triste.
---
É incrível como a história tem mudado no século XXI. Mais um clássico e mais uma derrota pelo campeonato brasileiro, coisa que raramente acontecia até 2003. Dessa vez, tivemos uma partida morna, especialmente no segundo tempo, com as alterações equivocadas de ambas as partes.
O Galo conseguiu marcar no primeiro tempo após uma trapalhada da zaga cruzeirense que Danilinho aproveitou com oportunismo. Ainda comemorando, pensei que poderíamos tirar proveito daquela situação, já que a torcida adversária tem uma péssima relação com o seu treinador. Bastava que segurássemos alguns minutos. No entanto, como tem sido de praxe, bastaram alguns minutos para que o adversário anotasse o tento de empate após uma cobrança de escanteio. O resto do jogo foi um festival de passes errados, faltas e poucas oportunidades.
No fim, pareceu-me que o Atlético estava satisfeito com mais um empate, já que, aparentemente, está buscando este título (Campeão Brasileiro de Empates) e ficou brigando com a bola ali no meio campo. Um contra-ataque do adversário aos 47 do segundo tempo liquidou a fatura. O apito final foi dado após uma melancólica tentativa de cruzamento do César Prates.
O que mais me impressiona na fase atual do Atlético é a total falta de equilíbrio dentro de campo. Nem com o seu adversário sendo pressionado pela própria torcida, que odeia o treinador (embora o time esteja em segundo lugar, no momento), a equipe consegue potencializar isso a seu favor. Repito: falta liderança em campo. Marcos, Petkovic e Marques são velhos, mas não são líderes. Falta uma espécie de Charles Bronson dos gramados, que possa comandar o escrete alvinegro e eliminar essa aura de covardia e azar que tem sido emanada pelos últimos times montados pelo nosso presidente bigodudo.
Ainda cabe destacar alguns pontos, em especial, para a diretoria:
1. Podem devolver o Castillo. O boliviano não consegue matar uma bola, não é raçudo, não consegue entender uma tabela ou chutar a gol. É inoperante. Me faz ter saudades do Vanderlei.
2. Troquem essa maldita camisa horrorosa do centenário e voltem ao uniforme tradicional! Esqueçam essa festa dos 100 anos, e façam o time jogar bola. Essa história de centenário só fez os holofotes se virarem para o time e aumentar a pressão e a consequente divulgação, em rede nacional, dos nossos seguidos vexames.
3. Podem devolver o Almir. O cara tá com o bagageiro maior que o da Mulher Melancia e não produz nada também.
4. Parem com essas idéias de homenagear o Marques. O que era aquela camisa 350? Se o time viesse bem, tudo bem festejar... Mas, já que ele tem que jogar (eu preferiria que ele tivesse colocado o pé dele na calçada da fama e estivesse na tribuna, vendo o jogo de lá), dêem a camisa 9 pro sujeito e ponto final.
Enfim, levar um gol aos 47 do segundo tempo nessas circunstâncias é patético. Devo confessar que já fazia algum tempo que o futebol não me deixava triste.
---
11 de jul. de 2008
outro empate
atlético 1 x 1 flamengo
analisado isoladamente, não podemos dizer que o empate de quarta-feira no mineirão foi um mal resultado. enfrentávamos o líder do campeonato e os quinze minutos iniciais me fizeram temer pelo pior. entretanto, obter a sexta igualdade em dez jogos é preocupante. houvesse perdido metade e ganhado a outra metade desses jogos, a equipe estaria com 18 pontos, na faixa de classificação para a libertadores. como não adianta chorar o leite derramado, a vitória é o único resultado que interessa contra nossos maiores rivais no domingo.
ainda sobre o jogo de quarta-feira, destaco um fato positivo: o gallo não tem medo de mexer na equipe e o fez assim que percebeu que íamos levar um show de bola se continuássemos apresentando o futebol do início do jogo. por outro lado, ainda tenho uma certa desconfiança em relação aos novos contratados. laterais chegam e laterais vão e continuamos improvisando. com a recuperação do calixto e o retorno do césar prates, poderemos ter alguma novidade.
finalmente, destaco a falta de um líder em campo. um jogador que nas horas de maior pressão consiga manter a cabeça no lugar e ajudar a organizar a rapaziada em campo. coisa que o gallo fazia, por exemplo. os veteranos pet e marques não são esse tipo de jogador. de qualquer maneira, acredito na vitória no domingo. as estatísticas não nos favorecem contra o cruzeiro há algum tempo e a maldição há de terminar. 2 x 0 será o placar.
----
analisado isoladamente, não podemos dizer que o empate de quarta-feira no mineirão foi um mal resultado. enfrentávamos o líder do campeonato e os quinze minutos iniciais me fizeram temer pelo pior. entretanto, obter a sexta igualdade em dez jogos é preocupante. houvesse perdido metade e ganhado a outra metade desses jogos, a equipe estaria com 18 pontos, na faixa de classificação para a libertadores. como não adianta chorar o leite derramado, a vitória é o único resultado que interessa contra nossos maiores rivais no domingo.
ainda sobre o jogo de quarta-feira, destaco um fato positivo: o gallo não tem medo de mexer na equipe e o fez assim que percebeu que íamos levar um show de bola se continuássemos apresentando o futebol do início do jogo. por outro lado, ainda tenho uma certa desconfiança em relação aos novos contratados. laterais chegam e laterais vão e continuamos improvisando. com a recuperação do calixto e o retorno do césar prates, poderemos ter alguma novidade.
finalmente, destaco a falta de um líder em campo. um jogador que nas horas de maior pressão consiga manter a cabeça no lugar e ajudar a organizar a rapaziada em campo. coisa que o gallo fazia, por exemplo. os veteranos pet e marques não são esse tipo de jogador. de qualquer maneira, acredito na vitória no domingo. as estatísticas não nos favorecem contra o cruzeiro há algum tempo e a maldição há de terminar. 2 x 0 será o placar.
----
8 de jul. de 2008
um pôster
minha história com o atlético tem um pouco a ver com o flamengo. apesar de ter nascido em belo horizonte, passei meus primeiros quatro anos de vida em brasília e dentre as poucas lembranças que tenho daquela época, destacam-se os gritos de galo e xingamentos em frente à tv, naqueles que suponho terem sido os jogos decisivos das temporadas de 1980 e 1981. e foi no fim de 1981 que voltamos a viver em belo horizonte, mudando em janeiro de 1982 para um apartamento no sion.
me recordo que um dos meus primeiros pedidos para o meu pai quando mudamos para a nova casa foi um pôster do flamengo, campeão do mundo no ano anterior, razão pela qual devo ter metido isso na cabeça. imagino o desapontamento daquele nobre atleticano... no entanto, usando toda a sua presença de espírito, inteligência e sagacidade, o velho negou o presente e, ao invés de me trazer um exemplar da placar com o famigerado pôster me levou ao mineirão para ver um jogo do galo. e isso fez toda a diferença. bastaram 90 minutos no gigante da pampulha junto à massa para que eu me esquecesse da heresia que, inocentemente, havia cometido.
hoje, durante o almoço, tive a oportunidade de assistir o globo esporte. a tv estava sem som, mas não era preciso ouvir a locução para saber o que estava acontecendo visto que na metade do programa apareceu o nunes anotando aquele famigerado tento que nos roubou o caneco em 80. toda véspera de clássico é a mesma coisa e, naturalmente, as estatísticas favorecem muito mais ao rubro-negro carioca, de modo que é sempre uma experiência melancólica rever este e outros lances envolvendo os dois clubes.
de certa forma, sofremos de um inconformismo fodido relacionado àquela época onde havia um equilíbrio evidente entre as duas equipes, mas - sendo bondoso - sempre que houve uma dúvida ela foi decidida favorecendo o flamengo. em confrontos equilibrados, isso faz a diferença (especialmente quando se tem jogadores como éder e reinaldo do lado prejudicado). o fato revoltante (para nós atleticanos, obviamente) é que a história registra o placar final e toda polêmica só sobrevive na mente dos derrotados e daqueles fãs de futebol que viveram a época. hoje, felizmente, haviam dois na mesa que defenderam enormemente o galo mineiro. dá um certo orgulho, mas é pouco.
amanhã teremos outro jogo com o flamengo. já não tem mais o peso de 28 anos atrás e, tampouco, a importância daquela época. é só mais um jogo deste primeiro turno. mas, de qualquer jeito, sempre me lembro da cara do meu pai ouvindo à semifinal de 1987 no rádio da sala e fico satisfeito com qualquer placar favorável contra os rubro-negros. vai ser muito difícil, mas acho que é possível.
me recordo que um dos meus primeiros pedidos para o meu pai quando mudamos para a nova casa foi um pôster do flamengo, campeão do mundo no ano anterior, razão pela qual devo ter metido isso na cabeça. imagino o desapontamento daquele nobre atleticano... no entanto, usando toda a sua presença de espírito, inteligência e sagacidade, o velho negou o presente e, ao invés de me trazer um exemplar da placar com o famigerado pôster me levou ao mineirão para ver um jogo do galo. e isso fez toda a diferença. bastaram 90 minutos no gigante da pampulha junto à massa para que eu me esquecesse da heresia que, inocentemente, havia cometido.
hoje, durante o almoço, tive a oportunidade de assistir o globo esporte. a tv estava sem som, mas não era preciso ouvir a locução para saber o que estava acontecendo visto que na metade do programa apareceu o nunes anotando aquele famigerado tento que nos roubou o caneco em 80. toda véspera de clássico é a mesma coisa e, naturalmente, as estatísticas favorecem muito mais ao rubro-negro carioca, de modo que é sempre uma experiência melancólica rever este e outros lances envolvendo os dois clubes.
de certa forma, sofremos de um inconformismo fodido relacionado àquela época onde havia um equilíbrio evidente entre as duas equipes, mas - sendo bondoso - sempre que houve uma dúvida ela foi decidida favorecendo o flamengo. em confrontos equilibrados, isso faz a diferença (especialmente quando se tem jogadores como éder e reinaldo do lado prejudicado). o fato revoltante (para nós atleticanos, obviamente) é que a história registra o placar final e toda polêmica só sobrevive na mente dos derrotados e daqueles fãs de futebol que viveram a época. hoje, felizmente, haviam dois na mesa que defenderam enormemente o galo mineiro. dá um certo orgulho, mas é pouco.
amanhã teremos outro jogo com o flamengo. já não tem mais o peso de 28 anos atrás e, tampouco, a importância daquela época. é só mais um jogo deste primeiro turno. mas, de qualquer jeito, sempre me lembro da cara do meu pai ouvindo à semifinal de 1987 no rádio da sala e fico satisfeito com qualquer placar favorável contra os rubro-negros. vai ser muito difícil, mas acho que é possível.
6 de jul. de 2008
um feito inédito
atlético 1 x 1 palmeiras
expectativa de um jogo complicado nesta tarde. mais do que os desfalques palmeirenses, a falta de confiança da equipe será o maior adversário contra o alviverde paulista. a atual gestão do clube está conseguindo um feito inédito na nossa centenária história que é afastar a torcida do clube. uma sequência inacreditável de manobras equivocadas e legítimas trapalhadas, com consequências tristes e previsíveis, me fazem temer pelo nosso futuro na série A em 2009.
por exemplo, se o atlético não tem condições de disputar uma contratação com o seu maior rival (ou qualquer outro clube da primeira divisão, aparentemente), porque deixa as notícias vazarem para a imprensa? não que o gérson magrão seja o meia dos nossos sonhos, longe disso, mas as recorrentes humilhações públicas (seguidas goleadas, divulgação de negociações interessantes resultando em contratações ridículas, inadimplência, etc) às quais o clube é submetido, por mais pequenas que sejam, estão acabando com a nossa reputação e, obviamente, gerando uma antipatia entre os torcedores.
má fé ou incompetência? não sei. de qualquer maneira, torço para que o escrete alvinegro faça uma grande apresentação esta tarde e consiga uma boa vitória (2 x 0?). a esperança é a última que morre.
--------
expectativa de um jogo complicado nesta tarde. mais do que os desfalques palmeirenses, a falta de confiança da equipe será o maior adversário contra o alviverde paulista. a atual gestão do clube está conseguindo um feito inédito na nossa centenária história que é afastar a torcida do clube. uma sequência inacreditável de manobras equivocadas e legítimas trapalhadas, com consequências tristes e previsíveis, me fazem temer pelo nosso futuro na série A em 2009.
por exemplo, se o atlético não tem condições de disputar uma contratação com o seu maior rival (ou qualquer outro clube da primeira divisão, aparentemente), porque deixa as notícias vazarem para a imprensa? não que o gérson magrão seja o meia dos nossos sonhos, longe disso, mas as recorrentes humilhações públicas (seguidas goleadas, divulgação de negociações interessantes resultando em contratações ridículas, inadimplência, etc) às quais o clube é submetido, por mais pequenas que sejam, estão acabando com a nossa reputação e, obviamente, gerando uma antipatia entre os torcedores.
má fé ou incompetência? não sei. de qualquer maneira, torço para que o escrete alvinegro faça uma grande apresentação esta tarde e consiga uma boa vitória (2 x 0?). a esperança é a última que morre.
--------
29 de jun. de 2008
pouca evolução
figueirense 1 x 1 atlético
não posso me declarar satisfeito com o empate em florianópolis, tampouco com a atuação da equipe. nos períodos em que assisti o jogo (alternava com a decisão da euro), deu pra notar que o time continua desorganizado e sem poder de ataque. a continuar assim, teremos muitos problemas na difícil seqüência que nos aguarda: palmeiras, flamengo, cruzeiro e inter. conseguimos um ponto saindo de uma situação adversa, mas ainda é pouco se considerarmos a categoria do adversário.
-----------
não posso me declarar satisfeito com o empate em florianópolis, tampouco com a atuação da equipe. nos períodos em que assisti o jogo (alternava com a decisão da euro), deu pra notar que o time continua desorganizado e sem poder de ataque. a continuar assim, teremos muitos problemas na difícil seqüência que nos aguarda: palmeiras, flamengo, cruzeiro e inter. conseguimos um ponto saindo de uma situação adversa, mas ainda é pouco se considerarmos a categoria do adversário.
-----------
24 de jun. de 2008
alerta ligado
náutico 2 x 1 atlético
lendo as reportagens dos jornais de belo horizonte que qualificaram a apresentação alvinegra em recife como "boa", cheguei à conclusão de que sou cego ou burro. para começar, entendo que é um direito do treinador utilizar o esquema tático que ele acha mais apropriado para o material que lhe é fornecido. no entanto, acho que o 3-5-2 não é um esquema bom para o atlético, principalmente se considerarmos a limitação técnica do elenco.
de qualquer maneira, o gallo aplicou o esquema nos treinamentos ao longo da semana e voltou atrás ainda na metade inicial, sacando o leandro almeida e colocando o marinho em campo. pode ser incoerente, mas sob uma ótica otimista, diria que o treinador tentou fazer alguma coisa antes de o caldo desandar. um segundo fato a ser destacado é o gol anotado por warley. na minha opinião, falha feia do goleiro juninho, que era pra ter ganhado com as mãos do centroavante alvirrubro. no segundo tempo a equipe pareceu se ajeitar em campo, conseguiu o gol de empate com um zagueiro, a partir de uma bola parada - única possibilidade diante de um ataque inoperante. miseravelmente, acabamos levando um gol quando parecia que tudo caminhava para um empate.
-------------
a expectativa agora é com relação aos reforços que devem ir estreando aos poucos. além disso, fica a pergunta: será que o tchô poderia dar um pouco mais de gás ao meio campo do atlético?
-------------
finalmente, temos um jogo crucial no próximo domingo em florianópolis. o figueirense é adversário direto na metade inferior da tabela e esses três pontos são cruciais para as pretensões do atlético neste campeonato. se jogar bola, ganha. o que mais me preocupa são as manchetes que pipocam nos jornais esportivos como, por exemplo:
"nos confrontos em todas as competições o galo leva vantagem sobre o figueirense. alvinegro mineiro leva a melhor no retrospecto inclusive em florianópolis."
considerando meus 31 anos de história com o glorioso e o seu histórico de quebra de tabus, considero a notícia acima preocupante.
--
lendo as reportagens dos jornais de belo horizonte que qualificaram a apresentação alvinegra em recife como "boa", cheguei à conclusão de que sou cego ou burro. para começar, entendo que é um direito do treinador utilizar o esquema tático que ele acha mais apropriado para o material que lhe é fornecido. no entanto, acho que o 3-5-2 não é um esquema bom para o atlético, principalmente se considerarmos a limitação técnica do elenco.
de qualquer maneira, o gallo aplicou o esquema nos treinamentos ao longo da semana e voltou atrás ainda na metade inicial, sacando o leandro almeida e colocando o marinho em campo. pode ser incoerente, mas sob uma ótica otimista, diria que o treinador tentou fazer alguma coisa antes de o caldo desandar. um segundo fato a ser destacado é o gol anotado por warley. na minha opinião, falha feia do goleiro juninho, que era pra ter ganhado com as mãos do centroavante alvirrubro. no segundo tempo a equipe pareceu se ajeitar em campo, conseguiu o gol de empate com um zagueiro, a partir de uma bola parada - única possibilidade diante de um ataque inoperante. miseravelmente, acabamos levando um gol quando parecia que tudo caminhava para um empate.
-------------
a expectativa agora é com relação aos reforços que devem ir estreando aos poucos. além disso, fica a pergunta: será que o tchô poderia dar um pouco mais de gás ao meio campo do atlético?
-------------
finalmente, temos um jogo crucial no próximo domingo em florianópolis. o figueirense é adversário direto na metade inferior da tabela e esses três pontos são cruciais para as pretensões do atlético neste campeonato. se jogar bola, ganha. o que mais me preocupa são as manchetes que pipocam nos jornais esportivos como, por exemplo:
"nos confrontos em todas as competições o galo leva vantagem sobre o figueirense. alvinegro mineiro leva a melhor no retrospecto inclusive em florianópolis."
considerando meus 31 anos de história com o glorioso e o seu histórico de quebra de tabus, considero a notícia acima preocupante.
--
13 de jun. de 2008
três pontos
atlético 4 x 2 ipatinga
partida tecnicamente fraca a de ontem. está certo que a apresentação do atlético foi prejudicada com a expulsão infantil do zagueirão welton felipe. mas, ainda assim, o time não vinha jogando bem nessa formação com os três zagueiros e o ipatinga assinalou o seu primeiro tento quando ainda estávamos com os 11 jogadores em campo. vamos ver como nos sairemos após esses dias de folga, quando o treinador gallo já terá tido tempo para impor de uma maneira mais clara o seu esquema de jogo.
destaque para o atacante beto, que mostrou vontade e deixou a sua marca, e para o pet. é uma pena que ele tenha que ser a referência em talento dentro do campo... acredito que se ele fosse uma peça para completar o esquema no meio ele teria uma condição de se apresentar melhor. um pecado o zagueiro do ipatinga ter tirado aquela bola em cima da linha.
a defesa continua uma peneira... o resultado poderia ter sido, tranquilamente, um 7 x 4, barrando aquele 6 x 4 contra o gama em 2002 no independência.
por fim, devemos nos dar por satisfeitos com os três pontos pois, dadas as circunstâncias, grandes exibições estão fora do escopo de fornecimento do clube atlético mineiro.
obs.: o ipatinga conseguiu a proeza de ostentar o uniforme mais feio que já vi, salvo aquele do bragantino no início dos anos 90.
partida tecnicamente fraca a de ontem. está certo que a apresentação do atlético foi prejudicada com a expulsão infantil do zagueirão welton felipe. mas, ainda assim, o time não vinha jogando bem nessa formação com os três zagueiros e o ipatinga assinalou o seu primeiro tento quando ainda estávamos com os 11 jogadores em campo. vamos ver como nos sairemos após esses dias de folga, quando o treinador gallo já terá tido tempo para impor de uma maneira mais clara o seu esquema de jogo.
destaque para o atacante beto, que mostrou vontade e deixou a sua marca, e para o pet. é uma pena que ele tenha que ser a referência em talento dentro do campo... acredito que se ele fosse uma peça para completar o esquema no meio ele teria uma condição de se apresentar melhor. um pecado o zagueiro do ipatinga ter tirado aquela bola em cima da linha.
a defesa continua uma peneira... o resultado poderia ter sido, tranquilamente, um 7 x 4, barrando aquele 6 x 4 contra o gama em 2002 no independência.
por fim, devemos nos dar por satisfeitos com os três pontos pois, dadas as circunstâncias, grandes exibições estão fora do escopo de fornecimento do clube atlético mineiro.
obs.: o ipatinga conseguiu a proeza de ostentar o uniforme mais feio que já vi, salvo aquele do bragantino no início dos anos 90.
10 de jun. de 2008
reforços
a diretoria resolveu contratar o time de dispensados do palmeiras. não sei se é ruim, afinal de contas não conheço os jogadores. mas, certamente, não são eles os jogadores que chegam para ocupar as posições carentes e, jogador pra compor elenco nós dispensamos uns seis outro dia mesmo. o fato positivo é que eles vêm de um time de primeira divisão, coisa rara de acontecer hoje em dia no galo.
o jogo com o ipatinga não vai ser fácil. aposto num tradicional 1 x 0 com um gol chorado de algum volante, tipo o márcio araújo.
----
Assinar:
Postagens (Atom)