Mostrando postagens com marcador Atlético x Villa Nova. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Atlético x Villa Nova. Mostrar todas as postagens

11 de mai. de 2013

Reconectando

Atlético 4 x 1 São Paulo
Atlético 5 x 1 Tombense
São Paulo 1 x 2 Atlético
Tombense 0 x 2 Atlético
Atlético 2 x 1 Villa Nova
São Paulo 2 x 0 Atlético
Caldense 2 x 1 Atlético
Atlético 4 x 0 BOA
Atlético 5 x 2 Arsenal
Atlético 4 x 1 Tupi

Finalmente, depois de aproximadamente 5 semanas longe de casa somando viagens a trabalho com boas e merecidas férias, estou de volta ao conforto do meu lar. Durante o meu período de ausência, o Galo jogou 10 vezes, vencendo 8 e perdendo 2. Marcou 29 gols e sofreu 11 e se classificou para as quartas-de-final da Libertadores e para a finalíssima do mineiro. Nada mal. Na verdade, a coisa andou tão bem que ando meio ressabiado ao reativar o meu envolvimento com o clube. Mas, como sabemos, não há antídoto contra isso e amanhã estaremos diante da telinha para acompanharmos a primeira partida da final do campeonato mineiro.

Com relação às partidas e ao futebol praticado pela equipe, não resta alternativa a não ser confiar na repercussão das partidas na imprensa esportiva e nas notícias de familiares e amigos. Considerando-se as estatísticas apenas, podemos verificar o poderio do ataque alvinegro, com uma média de 2,9 gols por partida. Por outro lado, a média de 1,1 gols tomados acende a luz amarela para a defesa, em especial na fase de mata-mata em que nos encontramos atualmente. Palpitando de maneira leviana, acredito que com Marcos Rocha e Richarlyson nas laterais, é complicado ter uma zaga com Réver e Gilberto Silva. Não sei a situação atual do Rafael Marques, mas espero sinceramente que o nosso capitão possa voltar a campo amanhã para ajudar a segurar o ataque celeste.

Mesmo não tendo visto nenhum jogo do nosso maior rival nesta temporada, acredito que os jogos serão equilibrados e a vitória não será fácil. O melhor cenário possível seria repetir as boas atuações das últimas semanas e vencer com dois gols de vantagem a partida de ida. Os números do nosso ataque me fazem acreditar na possibilidade de dois tentos amanhã mas, como disse anteriormente, o setor defensivo é o que mais me preocupa. Espero que Cuca consiga equacionar bem o problema.


Ronaldinho à venda para os turistas


No mais, nestas semanas de andanças pelo mundo deu para perceber como tem prestígio o nosso camisa 10. Em qualquer pátria onde se aprecie o esporte bretão, Ronaldo Gaúcho é figura onipresente, seja em caricaturas, em fotografias em paredes de restaurantes, em bancas de camisetas falsificadas de futebol ou em um simples bate papo. Se o interlocutor estrangeiro reconhece algum traço da língua portuguesa (em geral o "obrigado") e recebe a confirmação de que está tratando com o brasileiro, ato contínuo o assunto passa a ser futebol e o dentuço sempre é mencionado. Deveras impressionante.

Obs.: curiosamente ontem o taxista que nos levava ao aeroporto de Roma me perguntou se o Falcão tinha jogado em Belo Horizonte. Respondi que não, o jogador da Roma que tinha vindo do Atlético era o Cerezo. E ele, "ah, si!! Toninho Cerezo! Grandísimo!".

5 de abr. de 2012

Não vale nada

Uberaba 0 x 3 Atlético
Atlético 3 x 0 Democrata
Villa Nova 1 x 2 Atlético

O Campeonato Mineiro é um torneio de certa forma traiçoeiro. Se o time vence, não fez mais nada do que a obrigação e se perde, instaura-se uma crise proporcional ao conjunto dos placares impostos pelo rival nas partidas finais. E a verdade é que excetuando-se as finais, o campeonato se arrasta por 3 meses sem nenhuma grande emoção ou motivação para o torcedor. Com essa apatia generalizada, até uma avaliação da qualidade da equipe fica prejudicada, uma vez que o que vale é a lei do menor esforço. Sendo assim, passamos os primeiros meses do ano aguardando os clássicos onde mediremos nossas forças contra o único adversário de primeira divisão que temos no estado.

Pois bem, domingo será o primeiro teste do Atlético na temporada 2012. Valerá a liderança do mineiro e a vantagem nas fases finais do campeonato. Fora isso, será um amistoso de luxo. A imprensa tenta trazer alguma emoção para o certame relembrando incessantemente a tragédia que nos atingiu no final do último campeonato brasileiro. É bobagem. Mesmo que contra todas as previsões repitamos o placar, o gosto amargo daquela derrota permanecerá em cada torcedor atleticano. São as circunstâncias que valem e não a quantidade de gols em si. É o tipo de conta que Kalil e seu time de picaretas só conseguirão acertar com a torcida com um grande feito o que - sejamos sinceros - é altamente improvável com este time limitado que temos para a temporada 2012. É preciso afastar velhos fantasmas: não basta golear o Botafogo, o Corínthians, o Flamengo ou o Goiás em uma rodada de campeonato brasileiro, temos que eliminá-los em um mata-mata. Temos que ganhar do Inter e do Grêmio em Porto Alegre ou golear o nosso maior rival em uma partida decisiva. O resto são paliativos. Ademais, estamos cansados de vencer o clássico da fase de classificação e entregar o ouro na final. É esperar e ver.

No mais, fica a dúvida sobre estes 5 milhões de euros que o nosso presidente andou dizendo por aí que tinha para investir em contratação. A janela se foi e não veio ninguém. Para que sair por aí divulgando este tipo de coisa? Sempre fomos críticos do método de trabalho adotado pela gestão atual do clube de contratações em lote para "reforçar" o time. Entendo as contratações de Leandro Donizete, Escudero, Danilinho e Rafael Marques. Foram importantes para compor o elenco. O problema é que hoje o Atlético não tem um jogador que seja referência, um cara capaz de chamar a responsabilidade e liderar o time e essa contratação não foi feita. Não temos nenhum jogador diferenciado no elenco. Se eu tivesse poder de escolha, correria ao Valência com este dinheiro e traria o Diego Alves de volta, consertando aquele que foi o negócio mais estúpido feito pelo Atlético nos últimos 20 anos. Mas as coisas não são fáceis assim.

23 de mar. de 2010

Evolução

Villa Nova 1 x 3 Atlético

Finalmente, após 9 rodadas, consegui acompanhar uma partida do Atlético na íntegra. Mesmo com desfalques importantes - Tardelli, Correa, Cáceres e Ricardinho - o time conseguiu se impor em Nova Lima e não teve dificuldades para derrotar o Leão. Logo no início do primeiro tempo, Muriqui sofreu pênalti convertido por Obina que, minutos depois, assinalou o segundo tento ao acertar um belo petardo de fora da área. No segundo tempo, Renan Oliveira marcou o seu em uma falha do goleiro adversário e Warley descontou para o Villa após uma pixotada de Werley.

De uma maneira geral, gostei do que vi: o time esteve bem postado em campo e o esquema com 3 zagueiros deu conta do recado. A fragilidade do Leão era evidente, mas é importante nos lembrarmos do estado e das dimensões do gramado do Castor Cifuentes, que dificultam a tarefa mesmo para quem sabe jogar bola. Destaque para as boas participações de Renan Oliveira e Obina, que parecem estar se firmando na equipe titular - o primeiro com assistências precisas e o segundo marcando gols. Resta saber se terão o mesmo desempenho contra equipes fortes em momentos decisivos.

Para finalizar, está mais do que evidente que Aranha não tem condições de ser titular do Atlético. O cara comete erros sucessivos de fundamento e nessa altura do campeonato, não tem conserto. Melhor passar para frente. Carini? Uma incógnita. Acredito estar pagando o preço por ter sido segundo goleiro a maior parte da carreira. Falta ritmo, é uma pena. Há poucos dias a imprensa noticiou que estamos acertando com o Marcelo, segundo goleiro do Bahia. Seria a solução para a meta atleticana? Não acredito. Sinceramente, daria uma chance ao Renan Ribeiro.